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Pastores Ocupados Podem Dizer Não a Mídia Social

Curt Richardson, CEO da OtterBox, fabricante de cases para dispositivos móveis, recentemente veio a público com a sua posição “apenas diga não” sobre mídias sociais. Para ele, pessoalmente, não há tempo suficiente para fazê-lo direito:

“Eu acredito que para ser um participante importante na mídia social, você deve realmente dedicar tempo.”

Numa época em que você tem que saltar em cada movimento tecnológico, a fim de ser relevante, é refrescante ouvir um CEO que diz ‘não’.

Este é um bom conselho para os pastores ocupados. Você não tem que estar o tempo todo twitando ou postando coisas no facebook. Você pode optar por sair.

Algumas lições dessa compreensão:

1.     Se você não pode fazê-lo bem, não faça. Fazer algo bem, exige um compromisso de tempo e energia. Você não pode apenas improvisar e esperar que seja incrível. Isso é verdade para um monte de coisas da vida e é definitivamente verdade com a mídia social. Se você não pode fazer um bom esforço, não desperdice sua energia. É melhor concentrar mais esforços em menos projetos e fazê-los dez vezes melhor.

2.     Saiba o que está perdendo. Não fique muito à frente de si mesmo, ocupação não é uma desculpa. Você precisa pesar os prós e os contras de estar nas mídias sociais. A mídia social pode personalizar pastores e torná-los mais acessíveis, não apenas para a sua congregação, mas para a sua comunidade. Sendo ainda mais acessível pode ser uma coisa assustadora, mas também pode oferecer grande valor, especialmente em termos de alcance. Se você vai dizer ‘não’ a mídia social, saiba o que está perdendo. Não deixe que “ocupado” seja uma desculpa fácil.

3.     Expectativas mais baixas. Se você está ocupado, mas ainda vê o potencial das mídias sociais, às vezes é melhor diminuir as expectativas. Em vez de ser um rock star da mídia social, talvez você será um observador silencioso. Nem todo mundo tem que postar 30 vezes por dia. Redefinindo as expectativas, você permite que a mídia social  trabalhe de uma forma que funcione para você. E isso é verdade para muitos dos esforços na comunicação. Talvez a sua igreja não pode fazer um site bom, mas você ainda precisa ter um. OK, baixar as expectativas. Em vez de fazer um grande site que nunca é atualizado, faça uma única página muito boa.

4.     Isso é pessoal, não comercial. Por fim, note que a escolha de Curt Richardson foi uma escolha pessoal, não uma escolha de negócios. OtterBox ainda usa mídias sociais. Sua igreja ainda pode precisar de uma presença nas mídias sociais, mesmo se você como um pastor decidir optar por sair. Se você vai fazer isso, você precisa para fazê-lo bem e diminuir as expectativas se for preciso. De todo jeito ira funcionar.

O que você acha? Vale a pena dizer ‘não’ as mídias sociais?

#chsocm: Igreja e Mídias Sociais

A mídia social na igreja. Todo mundo está twittando, atualizando suas páginas e grupos no Facebook. Mas existe um ponto ou uma estratégia para tudo isso? No ano passado,  um grupo de twiteiros se juntaram pois viram na igreja uma grande necessidade de estratégia para as mídias sociais.

Meredith Gould começou a #chsocm chat (mídia social da igreja,  que se pronuncia “ch-sock-em”) pouco mais de um ano atrás depois de conversar com pessoas que haviam notado a mesma coisa: a igreja não está usando a mídia social, especialmente não estrategicamente.  Assim, a conta @chsocm nasceu e tem tido chats semanais no twitter desde então. Meredith é uma mulher deliciosamente mal-humorada que, juntamente com algumas poucas pessoas, modera os bate-papos via Twitter  toda terça-feira para discutir três temas por semana. Cada bate-papo começa e termina com uma oração pedindo a Deus para uni-los como uma comunidade, dando graças por todas as oportunidades para revelar sua presença e pedindo orientação, em sua discussão.

Não se trata de números

 É claro que os principais participantes da #chsocm são incrivelmente apaixonados por ver as mídias sociais utilizadas estrategicamente e não com uma mentalidade ‘gulosa’. “Não é um jogo de números”, disse Meredith. “Nós não estamos necessariamente interessados ​​em quantos seguidores você acumula. Eu vejo as mídias sociais como uma poderosa forma de cumprir a grande comissão. Estas ferramentas permitem-nos comunicar uns com os outros de forma radical e revolucionária. ”

Precisamos desenvolver o que Meredith chama de “embaixadores da marca.” Pastores precisam entender que ha muito mais valor em encorajar a congregação a estar envolvida com a mídia social, falar com sua igreja como indivíduo,  do que  simplismente postar sermões e divulgar links para eles.

Obter Ajuda

Enquanto pastores e líderes leigos precisa de ajuda para acelerar, Meredith observa um número alarmante de pessoas revendendo seus serviços para igrejas desesperados por ajuda com as comunicações. “As igrejas estão perdendo membros e entrando em pânico. Eles vêem as pessoas que utilizam as mídias sociais, mas não sabem o que fazer. Eu acho que nós precisamos entender que a comunicação da igreja é também um ministério”, diz ela.

Felizmente é exatamente o que o chat #chsocm visa solucionar. A cada semana, twiteiros  se reúnem para discutir os temas que estão na agenda e mergulhar na discussão. Os temas vão desde ferramentas de mídia social, os códigos QR, Pinterest, Facebook, construção de comunidades, adoração, políticas de mídia social e muito, muito mais. Meredith diz que tem o prazer de ver um pouco do que tem se desdobrado através do chat #chsocm. “Você nunca irá obter a mistura de pessoas faca-a-face que temos online. Tem sido ótimo ver a generosidade de todos e bom humor. ”

 Seja Estratégico

Se tem uma coisa que eu aprendi a partir de minha conversa com Meredith, é a garantia de que o uso das mídias sociais para a igreja deve ser estratégica. Se queremos realizar algo, então temos de ser intencionais e estratégicos. Meredith chega a dizer que algumas igrejas deveriam parar de usar todos os canais de mídia social até que eles possam desenvolver um sistema integrado de estratégia de mídia social (ou uma estratégia de comunicação como um todo).

Meredith ainda acredita que a maior barreira  que as igrejas estão enfrentando é o “um-dia-chegaremos-lá” website.

“Arrumar o site da sua igreja é prioridade número 1”, diz Meredith. “Pense nele como um portal. Deve ser acolhedor, mas os visitantes também estão acessando outros lugares, como um grupo no Facebook”. Em seguida, ela incentiva as igrejas a atualizar suas páginas no Facebook. “É o registro histórico de sua igreja”, diz Meredith. “Ter alguém para limpar um armário e digitalizar todas as fotos antigas e colocá-las em seu timeline do Facebook”, isso permitiria ás pessoas acesso fácil a maravilhosa história de sua igreja em qualquer lugar.

Finalmente, direcione as pessoas para lugares mais escpecíficos como um grupo do facebook ou um blog pessoal , onde as pessoas possam ser ouvidas e atendidas.

Twitter: Ainda vale a pena?

Muitos usuários abandonaram suas contas no twitter nos últimos anos – você deve ter notado entre os seus amigos-, e muitos outros apareceram. Existem opiniões conflitantes sobre o resultado da comunicação pelo Twitter e o seu futuro. Ainda vale a pena gastar tempo com ele? Ele pode ajudar a mim ou ao meu ministério?

Bom, na minha opinião, sim. Mas com cuidado:

  • Se você pretende fazer uma conta para atrair visitantes para a reunião de sábado ou divulgar um evento, o Twitter não é o melhor lugar para isso. “Abandone todas as ideias de que o Twitter é uma ferramenta de marketing profissional. Ele até pode ser ocasionalmente , mas não com a frequência que você precisa para fazer com que valha a pena. Não foi pensado para esse propósito.” (Chris Brogan)
  • Mas, se você quer usar o Twitter para se envolver com pessoas e aprender com elas, está no lugar certo. Por exemplo, se é líder,  siga seus liderados que têm contas. Não para ‘ficar de olho neles’, mas para aprender mais sobre eles. Siga seus links, leia seus blogs, passe a conhecê-los. Não invada simplesmente o espaço deles.
  • Há um certo ‘ruído’ que vem junto com a opinião das pessoas no Twitter. Muito do que você vai ler é extremamente irrelevante, mas de alguma forma viciante. Cuidado para não jogar fora horas do seu dia!
  • Siga pessoas com as quais você pode aprender algo. Tem muita gente colocando informação relevante nesta rede. Comece com a Busca. Vá para http://search.twitter.com e procure por assuntos que possam ter alguma relevância em seu ministério, trabalho ou simplesmente algo que você goste. Direcione sua timeline de acordo com os seus interesses.
  • Não é o lugar ideal para conversar. Encare-o como um banco de ideias, de inspiração. Você pode trocar algumas mensagens. Mas conversas longas não ficam bem, e normalmente são irritantes.
  • É o lugar ideal para interagir. Se você não tem diálogo com sua timeline, seus tweets perdem a força depressa. Ao compartilhar algo não cole o link como se isso fosse suficiente. Pergunte às pessoas o que elas pensam sobre o assunto, e dê um feedback sobre os tweets delas também. Tente promover o assunto de outras pessoas, não fale apenas de você. Se encontrar algo bom, compartilhe!

A ideia é que você, seguindo estas dicas, consiga aproveitar o Twitter no seu melhor, sem perder tempo com estratégias e objetivos que não darão certo!

Mas o que você acha? Ainda vale a pena usar o Twitter?

 

Joice Atique

Midias Sociais – Acima de qualquer outra coisa: gente

Você conseguiu manter alguma boa conversa ultimamente? O que você se recorda dela? Com quem você gosta de conversar?

Conversas precisam de pessoas, e o propósito das mídias sociais é fortalecer e possibilitar conversas de modo digital. Blogs, podcasts, video-blogs e todas as redes sociais que usamos têm só um objetico: fornecer uma maneira de nos conectarmos. Com isso em mente, vamos começar a pensar em gente. Vamos pensar nas pessoas a partir da perspectiva delas.

Então vou colocar aqui algumas ideias para você se envolver, respeitar e apreciar as pessoas que vão interagir nas suas mídias sociais:

As pessoas gostam de se envolver

Imagine que existe uma escolha (porque existe): você pode falar para as pessoas ou você pode falar com as pessoas. Assim, presume-se que as outras pessoas terão a oportunidade de dizer alguma coisa em algum momento.

Um modo de envolver as pessoas é fazer uma pergunta. Outra maneira é estimular as pessoas a participar de atividades. Não permita que elas sejam a audiência. A audiência é passiva. Pense em maneiras de fazer com que as pessoas participem da história. Você pode bolar um modo de elas contribuírem? Existem maneiras de estimular atividades complementares no mundo delas?

As pessoas são ocupadas

Respeite o tempo das pessoas quando criar sua mídia. Katrina, minha mulher, sempre diz que “editar é ser educado”. Ela quer dizer que, respeitando o tempo dos outros, você ganha a admiração deles.

Um modo de fazer isso é começar bem. Diga a melhor coisa logo de cara em seu post. Dê às pessoas um resumo de para onde você vai o mais cedo possível. Muitos grandes realizadores de mídia fazem roteiros de suas produções, delineiam o que vão postar nos blogs ou, então, usam sistemas que mantêm o controle.

As pessoas gostam de ser apreciadas

Você não está fazendo isso para si mesmo (a menos que esteja!). A ideia é que você esteja tentando construir um relacionamento com um público, de uma maneira mais humana, mais integrada. Se você é um indivíduo, está construindo sua reputação, compartilhando informações com quem tem ideias semelhantes às suas. Em todos os casos, é uma via de mão dupla, e as pessoas do outro lado querem saber se você respeita isso.

Visite os sites de outras pessoas de vez em quando. Deixe comentários. Indique um ou outro post ou podcast para as pessoas que gastam o tempo delas com você. Ofereça mais do que o rolar de um blog. Ofereça consciência. Construa tráfego. Pense em maneiras de dar às pessoas algo mais em troca da atenção que elas dão a você. Faça com que elas sejam tão importantes quanto seu relacionamento com elas.

Faça das pessoas os especialistas

Procure maneiras de aproveitar as competências de sua audiência. Peça que eles falem sobre diversos assuntos. Descubra o que eles sabem. (Você já sabe o que você sabe).

É por isso que termino todos os posts com uma pergunta. É uma maneira de propiciar a interação, mas também de ficar sabendo mais sobre as pessoas que me acompanham. Aprendi há bastante tempo que as pessoas que passam tempo comigo sabem mais juntas do que eu individualmente. Posso começar um papo maravilhoso, mas elas, em conjunto, sempre têm melhores ideias. Então, procure por elas. Busque informação. Aprenda com elas.

Além disso, as pessoas adoram dar sua opinião. É uma ótima maneira de dar a elas a oportunidade de fazê-lo.

Você já experimentou fazer isso? Qual foi o resultado?

Adaptado de Chris Brogan

Facebook ou boletim?

O segredo do sucesso das mídias sociais é a possibilidade que todos têm de interagir e compartilhar. Isso é o que difere e dá força aos novos meios de comunicação.

Mas se os meios mudaram, alguns de nossos costumes ainda não. Nossas igrejas estão nas redes sociais, mas isso não significa que estejam se comunicando de forma eficiente através das novas tecnologias.

Na maioria das vezes o que vemos são páginas no Facebook/Twitter transformadas em verdadeiros boletins de igreja; os avisos estão lá, as mensagens bíblicas também, só falta mesmo o papel mal dobrado.

O Facebook da sua igreja não deve ser como aquela pessoa chata que só sabe falar dela mesma. Convide os outros para participar. Ouça o que eles têm a falar sobre a programação que você está divulgando, pergunte o que eles pensam sobre o vídeo que você postou… Enfim, use o Facebook para prolongar aquelas conversas que começam na porta da igreja.

Não esteja somente nas redes sociais, mas use-as de forma eficiente 😉

Autor:  Joice Atique

Avisos são Importante: Escrevendo para a Web

Você ainda vai ouvir muita gente falando sobre como escrever para a web é diferente. E até certo ponto isso é verdade, aqui estão algumas dicas para escrever para web:

Textos Curtos – As pessoas têm a paciência limitada e irão clicar em outro link rapidamente, então faça textos curtos. Seja direto, não fique enrolando.

Use Subtítulos – Encurte seu texto com subtítulos. Isso torna o texto mais fácil de ler. Também permite que as pessoas avancem no texto para a parte onde têm interesse.

Palavras-chave em Negrito – Palavras em negrito se destacam e tornam mais rápido o entendimento do leitor sobre o que é tratado no texto. Isso pode ser difícil, pois você precisa escolher bem as palavras que resumem o texto.

Web vs. Impressão

Mas todas as dicas acima também podem te ajudar  a melhorar a sua escrita em meios impressos.  No geral as pessoas não gostam de ler, então tudo o que você puder fazer para  facilitar o processo de leitura é uma vitória.

Espaço Ilimitado

Uma das principais diferenças entre web e impresso é que na web o espaço é ilimitado. Há lugar para dizer o que você quiser online. Isso é um empecilho para a dia anterior, ‘Textos Curtos’, mas é aqui que você precisa ficar esperto.  Encontre o equilíbrio. Escreva mais, mas faço isso de maneira acessível. Ofereça índices e introduções bem organizados no início e deixa as pessoas irem direto para aquilo que realmente as interessa.

A habilidade de oferecer mais pode ser uma grande vantagem na web, então use isto de uma maneira que funcione e faça sentido. Você só consegue colocar alguns parágrafos sobre a história da igreja no boletim, mas o seu site pode ter muitas informações adicionais. É claro que você não quer entediar visitantes com 6 páginas de história detalhada. Coloque algumas informações na página ‘Quem somos’ com links para informações mais detalhadas. Assim você oferece dez vezes mais informação, mas sem criar textos enormes e desinteressantes.

Apenas se certifique de que você usa esse tipo de texto informativo de maneira apropriada. Coisas como histórias e teologia, que raramente mudam, são boas oportunidades para esses meios. Mas pode não funcionar para coisas que precisam ser atualizadas constantemente, ou isso apenas criará mais trabalho para você.

Encontre o equilíbrio. Como vimos, a web não é tão diferente do impresso, mas oferece algumas outras vantagens se você usar corretamente.

Fonte: Church Marketing Sucks

Kony 2012 – Estratégias nas redes sociais

Um novo viral invadiu as Redes Sociais nos últimos dias. Até aqui, nenhuma novidade! A diferença é que, ao contrário dos vídeos  de  gatinhos e Luizas que fazem sucesso por acaso, este foi muito bem planejado.

vídeo foi produzido pelo líder do movimento Invisible Children, o objetivo é divulgar os atos criminosos de Joseph Kony – que aterroriza Uganda sequestrando e militarizando crianças – e, assim, pressionar autoridades internacionais a prendê-lo até o fim de 2012.

Além da causa, o interessante neste caso é notar a estratégia usada. No vídeo, um pouco longo, mas extremamente bem feito, ouvimos a frase “Não se preocupe, eu vou te dizer exatamente o que fazer”. Sim, já está tudo meticulosamente planejado. E nós, líderes ministeriais, podemos aprender muito com isso:

 

Primeiro passo: Culturemakers – “Quando eles falam, o mundo ouve’

No site você encontra fotos de 20 celebridades que eles julgaram as mais influentes. São cantores, atletas, atores e bilionários. Em cada foto está escrito “Envie uma mensagem agora”. Ao clicar na da Oprah, por exemplo, você é direcionado para o twitter dela já com o post escrito:

“Nos ajude a acabar com a violência. Visite o site kony2012.com para saber por que e como.

@Oprah Faça parte do #Kony2012”

 

Segundo passo: Policymakers – ‘Quando eles concordam, a mudança acontece’

A ideia agora é fazer isso chegar aos políticos. Funciona da mesma maneira, você clica em uma das 12 fotos de políticos poderosos e envia uma mensagem para eles. Mas o site também divulga os emails e outras formas de contato de vários políticos norte americanos. O plano é pressioná-los por todos os lados.

 

Terceiro passo: Tornar real

O movimento distribui ‘kits físicos’ – com pulseiras e cartazes – para atiçar a curiosidade daquela parte da sociedade que não é ligada as redes sociais. Todos que apoiam #Kony2012 devem usar a pulseira, colar pelo menos um cartaz em sua cidade, tirar uma foto e publicar nas redes. Estas fotos também são uma estratégia para sempre alimentar o assunto nas Redes Sociais, pois este viral foi planejado para expirar apenas no dia 31 de Dezembro, como eles mesmos explicitam no vídeo.

Como podemos envolver as pessoas para além de ‘RTs’ e ‘Curtirs’? Como fazer com que elas realmente participem das causas apresentadas através da internet? Ainda não existe uma fórmula, mas a estratégia ‘Kony2012’ nos ajuda a ter algumas ideias:

1-     Explique para as pessoas, de forma clara e atraente, por que elas têm que se envolver com esta causa (mesmo que seja um projeto missionário, por exemplo, é sempre necessário explicar exatamente por que isto é importante).

2-     Faça com que o envolvimento delas seja maior do que simplesmente clicar em ‘Compartilhar’, elas devem se sentir parte do movimento.

3-     Traga para a realidade. Concretize o projeto fora da web. Apenas desta maneira elas entenderão que a necessidade é real.

Assim, da próxima vez que tentarmos usar a internet para envolver o pessoal da igreja em algum projeto – seja voluntariado, missionário, reuniões… – podemos usar a estratégia de #Kony2012 para que nosso uso das Redes seja eficiente ;) .

Autor: Joice Atique

Um pouco sobre redes sociais (parte 2)

Dando continuidade a série ‘A igreja e a internet’, iremos falar neste post sobre o Twitter e o Google +, duas redes sociais que estão tendo boa aceitação dos internautas.

Você já teve ter ouvido as seguintes palavras: “twittar”, “retwittar”, “tweets”, “Trending Topics” e “DM”. Elas fazem parte do vocabulário dos internautas que possuem conta no Twiiter, o microblog mais famoso da internet. Ele permite aos usuários enviar e receber atualizações de outros contatos, em textos de 140 caracteres, através do site www.twitter.com.

Twitter surgiu em Março de 2006 pelo empresário e desenvolvedor de software norte-americano, Jack Dorsey, e já tem mais de 175 milhões de usuários em todo mundo. O site se baseia nesta questão: “What are you doing?“, ou “O que você está fazendo?”. Então o usuário informa para seus “seguidores” o que está fazendo ou pensando no momento. Os “seguidores” podem responder a mensagem escrita (tweet) ou replicar a mesma mensagem no seu próprio mural (retwittar). Quando uma palavra está sendo citada por várias pessoas, ela vai para o Trend Topics, que é uma lista dos nomes mais postados no site e podem vir acompanhados dehashtags (#). Se o usuário desejar enviar uma mensagem privada, basta mandar uma Direct Message (DM) ou uma Mensagem Direta.

Twitter já serviu para salvar uma pessoa que foi presa no Egito; para mães enfurecidas tirarem uma campanha de marketing do ar; e como ferramenta política para campanha do presidente norte-americano, Obama. Como as outras redes sociais, o Twitter serve para divulgar seu Ministério através de 140 caracteres, é possível você colocar frases de sermões, pensamentos, além de colocar links de fotos, vídeos e sites.

Já o Google Plus ou Google +, é a mais nova rede social da gigante Google. Ela é integrada aos serviços do Google, como o Buzz e o Picasa. O serviço foi lançado em junho de 2011, numa fase de testes por convites. O Google + permite a criação de grupos segmentados de forma muito fácil e intuitiva, chamados de Círculos, ou Circles. Desta maneira é possível separar a sua página principal em temas específicos, como família, trabalho e amigos; trazendo os círculos de amizades e interesses que os usuários já têm na vida real. O Google + ainda permite aos usuários realizar chat por vídeo (Hangouts) e chat em grupo (Huddles), através inclusive por celulares.

Para usar o Google+ em seu Ministério você pode criar uma página, que serve para você se conectar com os usuários da rede, é similar a Fan Page do Facebook. O endereço da rede é o: https://plus.google.com.

Seja na criação de sites, blogs, publicação de vídeos, ou criação de perfis nas redes sociais, o importante é que o seu Ministério esteja sintonizado na internet. Invista nesta grande rede, onde todos estão conectados a partir de alguns cliques. Seja aqui no Brasil ou em outros países, todos poderão ver as ações do seu Ministério e, por conseguinte, as mensagens poderão impactar essas pessoas e elas poderão vir a Cristo.  Não perca tempo, invista na internet.

Post da Série: A Igreja e a Internet

Autor: Erick França

A estratégia de comunicação nas igrejas

(via http://www.himitsukichi.info/)

Vivemos no mundo eletrônico, onde todos estão conectados, é a famosa Aldeia Global de Marshall McLuhan. Porém muitas pessoas ainda não entendem, ou tem algum receio de aceitar, as novas tecnologias em seu cotidiano. É difícil para uma pessoa que nasceu antes da década de 50 aceitar a mudança tecnológica que o mundo passou nos últimos anos. Por exemplo, as cartas que passavam dias para chegar ao destinatário, são enviadas em segundos pelo e-mail. As conversas por linhas telefônicas foram trocadas por VoIP (transmissão de voz através da internet), muito mais rápida e eficaz que as ligações telefônicas tradicionais. Parece que a facilidade de comunicação ainda não seduziu essas pessoas.

No processo de transição de um mundo analógico para o digital, mudamos nossos hábitos, atualmente, fazemos tudo ao mesmo tempo e muito rápido. A dificuldade de entender as novas tecnologias criou um impedimento de alguns líderes para o uso das ferramentas de comunicação em suas igrejas. Infelizmente ainda não entenderam que essas ferramentas deixam os homens “mais próximos” uns dos outros, pois pessoas em continentes diferentes conseguem se comunicar em minutos. É preciso abrir os olhos para utilizar a grande estratégia de comunicação que nos é proporcionada.

Por outro lado, a praticidade que as novas ferramentas comunicacionais trouxeram ao mundo seduziu algumas igrejas. De uns anos para cá esta deixou de ver a tecnologia como diabólica e passou a usá-la. A evangelização ficou mais acessível, pois é possível alcançar milhares de pessoas ao mesmo tempo. A inserção de vídeos, textos e transmissão de cultos, ao vivo, pela internet ficaram cada vez mais corriqueiras.

Como o Novo Testamento foi escrito em Grego visando o alcance de todos, as novas ferramentas comunicacionais devem ser usadas pelas igrejas visando que o evangelho alcance a todos. Nos últimos anos algumas igrejas têm aderido à internet, elas possuem websites, contas no Facebook, Orkut, Twitter, entre outros. É uma prova de que a comunicação se tornou essencial em nossos dias. Abracemos esta ideia de olhar a comunicação como estratégia de propagação do Reino de Deus e deixemos de lado o conceito errado de comunicação nas igrejas.


Autor: Erick França

Não desprezarás as redes sociais

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações” – Mateus 28.19

 

Não existe verdadeira vida cristã sem discipulado.

Não há discipulado sem intimidade.

Não é possível adquirir intimidade sem tempo para conversar.

Tempo, não temos.

E mesmo que você, líder, organize seu trabalho, ministério e estudo para poder se encontrar com todos os seus liderados todas as semanas – sonho meu- a verdade é que eles terão muita dificuldade para fazer o mesmo.

O que fazer?

Eis o 11º mandamento para líderes de jovens/adolescentes: “Não desprezarás as redes sociais”.

É claro que elas não fazem todo o trabalho, você ainda precisa se esforçar para conseguir um tempo com seus discipulados e aproveitá-lo ao máximo.

Mas elas ajudam, e muito!

Para construir intimidade com alguém é valioso ter um contato diário para compartilhar coisas bobas ou perguntar sobre o dia. Este tipo de amizade diminui as barreiras e ajuda em momentos de exortação e ensino.

Mas atenção:

1º não seja o líder chato que ficará criticando todos os comentários e fotos, como se a sua missão nas redes sociais fosse vigiar seus liderados; isso apenas os afastará de você.

2º tome cuidado para que os seus comentários e fotos não comprometam seu testemunho e, consequentemente, sua liderança.

Que Deus nos dê sabedoria para utilizar esta ferramenta para o Reino.

 

Autor: Joice Atique.

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