Arquivos do Blog

Dica de Design para Igreja – de graça!

Se o orçamento do seu ministério está baixo – coisa quase nada comum em igrejas-, mas mesmo assim você se recusa a usar um design meia boca, bem vindo ao Creation Swap!

O que é?

Um site para ministérios de comunicação do mundo todo compartilharem suas artes abertas (editáveis).

Como funciona?

Você pode baixar banners, vídeos, fotos, ilustrações para estudos, gráficos animados, boletins e até logos(!); Adaptá-los com o texto ou a mensagem que pretende passar e utilizar livremente na sua igreja/ministério.

O site conta com uma comunidade de artistas que compartilham a maioria de seus trabalhos gratuitamente, com uma intenção ministerial – Seja um bom menino, não use para fins comerciais!

Mas, se você pretende investir em algo mais sofisticado, também pode utilizar o site para comprar alguns modelos e até contratar os designers responsáveis.

E você, o que achou? Tem alguma outra dica de site legal? Escreva nos comentários 😉

Joice Atique

Anúncios

Três Dicas para o Facebook da sua Igreja

facebook-igreja
Não existe regra para a comunicação nas redes sociais. Às vezes algo que ninguém recomenda pode funcionar perfeitamente para você! A melhor maneira de entender o que vai funcionar com o seu público alvo e o seu tipo de trabalho é a experiência, tentativa e erro.

Mas, como conselho nunca é demais… Aqui estão três dicas do que costuma funcionar no Facebook, baseadas nas nossas tentativas e erros:

1. Frequência das Postagens

Nós publicamos cerca de quatro a seis vezes por dia. Isso pode parecer um exagero. Mas o usuário médio do Facebook raramente visita as páginas, ele interage com os posts que aparecem no Feed de notícias, e mesmo assim só vê cerca de 10% das mensagens. Isto significa que, postando quatro a seis vezes por dia, este usuário vai ver em média um dos nossos posts todos os dias. E isso é o mínimo que a gente quer alcançar!

2. O Tipo de Conteúdo

Tentamos criar um equílibrio em nosso conteúdo com mensagens focadas em interatividade, inspiração e informação. A maioria das igrejas querem focar apenas na informação, para que as pessoas saibam sobre seus eventos e atividades. Mas descobrimos que as mensagens inspiradoras e que estimulam a interação tendem a chamar mais a atenção das pessoas para o nosso conteúdo, e isso facilita a divulgação de eventos e projetos. Também ajuda utilizar formatos variados, como texto, imagens e vídeos.

3. Anúncios Pagos

Sim, uma das melhores coisas do Facebook é ser um meio de comunicação grátis! E isso é sempre muito bom. Você não precisa gastar nada para ter uma boa divulgação, mas que ajuda, ajuda!
Um investimento de R$ 30,00 semanais já pode aumentar o seu alcance de algumas centenas de pessoas, para algumas milhares. Esta exposição faz com que mais pessoas curtam a sua página, o que leva a mais publicidade grátis!
Esta opção se torna ainda mais interessante se a sua postagem tem o objetivo evangelístico, ou de atrair visitantes. Pois desta maneira não serão apenas as pessoas que curtem a página da sua igreja – geralmente membros desta – que verão suas mensagens. O seu alcance será maior que os muros da igreja.

Ainda vamos cometer muitos erros na nossa caminhada nas redes sociais – e pretendemos compartilhar todos com vocês! -, mas por enquanto estas são as dicas mais valiosas que podemos passar!

E você? Gostaria de compartilhar algo que aprendeu no Facebook?

Escreva nos comentários 😉


Joice Atique
Referência e leitura recomendada: http://www.churchmarketingsucks.com/

 

 

Vacas Roxas

123cow

Um dos meus livros favoritos de marketing é Purple Cow de Seth Godin. O livro gira em torno desta metáfora: se você já viu uma vaca marrom, você já viu todas elas. Mas uma vaca roxa, isso prenderia a sua atenção. Uma declaração no livro tem implicações profundas: “Se você não é notável você é invisível.”

Toda igreja precisa pintar-se de roxo. Eu não estou falando de truques. Eu não estou falando sobre ser diferente por causa da diferença. Eu estou falando de fazer uma diferença tão marcante em nossas comunidades que não poderão nos ignorar.

Eu tenho algumas de convicções fundamentais:

1)   A boa notícia deve fazer a notícia. Igrejas marrons sentam na linha lateral e convidam a comunidade para entrar nelas. Igrejas roxas estão sempre indo e convencendo. Elas estão fazendo uma diferença tão grande que elas se tornam uma parte altamente visível de sua comunidade. E as pessoas passam pelas Igrejas marrons – Igrejas que são invisíveis – para ir às Igrejas roxas.

2)   A maior mensagem merece o maior marketing. Eu sei que o marketing é uma palavra feia em alguns círculos da igreja, mas mais alguém fica irritado com o fato que a Lojas Americanas é muito melhor em vender suas mercadorias inúteis do que a Igreja em pregar as boas novas?Eu tenho um problema com isso. Precisamos utilizar o marketing para aspectos santos.

3)   A igreja deve ser o lugar mais criativo do planeta. Igrejas são muito parecidas. Precisamos de muitos tipos diferentes de igrejas, porque hámuitos tipos diferentes de pessoas. Cada igreja tem um estilo único e deve ser uma expressão única do evangelho em seu local.

Então, como vamos nos pintar de roxo? Para começar, ouse ser diferente. Você pode ofender alguns fariseus, mas isso não é o que você está tentando alcançar. Em segundo lugar, mude sua rotina. Acho que começa com sua rotina pessoal. Mudança de ritmo + mudança de lugar = mudança de perspectiva. Você precisa sair de sua rotina de modo que você possa ter alguns ‘pensamentos roxos’.

Como líder, você precisa causar confusão. Jesus não fez orientações. Ele fez desorientações. Você precisa encontrar novas maneiras de dizer coisas velhas (veja as parábolas). Você precisa encontrar odres novos. Você precisa cantar uma canção nova. Estudos neurológicosdescobriram que a familiaridade estimula o cérebro esquerdo. Novidade estimula o cérebro direito. Precisamos de ideias do lado direito do cérebro para capturar a imaginação da Igreja e do mundo.

Fonte: Mark Batterson

Herói da Comunicação na Igreja: Martin Luther King Jr.

2013_01mlkarticle

“Uma das grandes tragédias da vida é que os homens raramente ultrapassam o abismo entre a prática e a profissão, entre fazer e dizer.”-Martin Luther King Jr.

Uma das maiores lições de Martin Luther King Jr. é que ele entrou em ação. Ele não se escondeu atrás de um púlpito. Ele fez algo.

–       Provocada pela posição de Rosa Parks contra as leis de Jim Crow, King liderou o boicote aos ônibus de Montgomery, 1955. Cerca de 90 líderes, incluindo King, foram indiciados durante o boicote, mas eles fizeram disso um ato de desafio. “Eu estava orgulhoso de meu crime”, disse King. “Foi o crime de juntar meu povo em um protesto não-violento contra a injustiça.”

–       No Domingo Sangrento, 7 de março, 1965, soldados do estado de Alabama atacaram manifestantes de direitos civis com bombas de gás lacrimogêneo, cassetetes e cavalos de carga, quando tentavam atravessar a ponte Edmund Pettus. King não estava presente naquela marcha, mas declarou: “Se eu tivesse alguma ideia de que as tropas estaduais usariam o tipo de brutalidade que usaram, eu teria me sentido obrigado a desistir de meus deveres da igreja para liderá-los.” Ele estava lá, dois dias depois de liderar uma marcha cerimonial e novamente duas semanas depois, quando a marcha recomeçou com a proteção de uma ordem judicial.

–       Em 1966, King e Ralph Abernathy mudaram-se para os subúrbios de Chicago para demonstrar seu apoio e empatia para com os pobres.Eles marcharam contra a segregação nas políticas de habitação e durante uma marcha foram recebidos por uma multidão zombando, jogando pedras, garrafas e rojões. King foi atingido na cabeça por uma pedra, um de 30 feridos. Sua resposta: “Eu tenho que fazer isso, me expor para expor este ódio”.

Mas agir nunca é fácil. King foi preso 29 vezes. Sua casa foi bombardeada. Sua vida foi ameaçada várias vezes, e ele acabou sendo assassinado.

Comunicar uma mensagem é uma coisa, mas apoiá-la com ação sempre é necessário. Nós não podemos chamar as pessoas a amar o próximo, enquanto nos sentamos sem fazer nada. A lição de Martin Luther King Jr. é que ele não apenas comunica a sua mensagem, mas ele trabalhou para concretizá-la. É o exemplo de sua vida e um desafio que ele colocou na porta da igreja:

“A igreja deve ser lembrada que não é o mestre ou o servo do Estado, mas sim a consciência do estado. Ela deve ser o guia e o crítico do Estado, e nunca a sua ferramenta. Se a igreja não recapturar seu zelo profético, ele vai se tornar um clube social irrelevante sem autoridade moral ou espiritual. Se a igreja não participar ativamente da luta pela paz e pela justiça econômica e racial, ela vai perder a lealdade de milhões e levar homens de todos os lugares a dizerem que atrofiou a sua vontade. Mas se a igreja vai libertar-se dos grilhões de um status quo mortal, e, recuperando a sua grande missão histórica, vai falar e agir sem medo e com insistência, em termos de justiça e de paz, que irá incendiar a imaginação da humanidade e colocar fogo as almas dos homens, imbuindo-os com um amor brilhante e ardente pela verdade, justiça e paz. Homens de longe e de perto conhecerão a igreja como um grande companheirismo de amor que fornece luz e pão para os viajantes solitários à meia-noite”.

Em sua “Carta da Prisão de Birmingham ” King expressou sua decepção com os cristãos moderados que condenaram a violência que eclodiu fora do Movimento dos Direitos Civis:

“Todos os muitos outros têm sido mais cautelosos do que corajosos e permaneceram em silêncio por trás da segurança anestesiante de vitrais”.

Que não sejamos nós.

 

Educomunicação – Ela pode mudar o ensino na sua igreja

12662

Educomunicação é a união da Educação com a Comunicação – mas isto você já deve ter percebido!

A questão é: Como ela funciona?

A ideia é utilizar tecnologias e linguagens das mídias para que as pessoas se expressem, aprendam e sejam transformadas. Mas ‘utilizar as tecnologias’ não significa apenas usar um vídeo durante sua aula na escola dominical, e sim estimular seus alunos a produzir um vídeo sobre o assunto dado.

Assim, na Educomunicação o processo de criação é mais importante do que o produto final, pois é nesta etapa que as transformações pessoais acontecem. E o meio que escolhemos para ilustrar um ensinamento não é o principal, mas sim como as pessoas envolvidas assimilam a informação.

Quando um grupo de alunos produzem uma mídia, trabalham em suas atitudes, comportamentos, valores e decisões considerando as relações uns com os outros e com o conteúdo aprendido na sala de aula/templo.

As possibilidades são imensas, mas aqui vão algumas dicas de mídias que seus alunos podem produzir em grupo:

  • Vídeos
  • Fotografias
  • Podcasts
  • Blogs
  • Redes sociais
  • Teatro

Você já fez algo parecido em sua igreja?

Tem outras ideias para uma aula criativa?

Autor(a): Joice Atique

James Martin: O “Porquê” Antes do “O quê”

2013_01martinarticle

Gostamos de aprender com quem trabalha com comunicação na igreja todos os dias! E por isso estamos iniciando uma série de entrevistas com estas pessoas. Confira a primeira:

James Martin é o presidente da Monk Development, e pastor de casamento e família na Igreja The Resolved em San Diego e um ex-policial.

Qual foi a coisa mais emocionante que você viu igrejas fazendo para se comunicar no ano passado?

James Martin: Colocar o pensamento Nele! Mais e mais estou vendo igrejas perguntarem “porquê” antes de saltar para “o quê” nos seus sites e outras iniciativas online. Um plano estratégico e visão unificada em toda a organização é, obviamente, a melhor maneira de começar. Infelizmente, as igrejas são muitas vezes lentas para adotar este pensamento. Elas entram em um site ou rede social on-line e tratam como um catálogo com vários ministérios competindo por espaço. Estou bastante animado em ver que muitas Igrejas têm descartado esse método e parado para analisar sua estratégia. Sua presença online deve refletir um conjunto de objetivos comuns e ser desenvolvida para envolver as pessoas nos ministérios. Comunicar não é apenas passar mensagens…  Mas engajar, conscientizar, fazer discípulos!

Qual é a tecnologia recente que as igrejas estão usando de forma errada?

James: Na minha humilde opinião, acho que as igrejas não estão usando as mídias sociais ou móvel de maneira correta. Parece que estamos atrasados em ambos.

O que as igrejas podem fazer para se conectar melhor com as pessoas?

James: Escutar. Encontrar as pessoas onde elas estão e ouvir suas histórias. Há sempre uma maneira de trazê-los de volta a verdade do evangelho, compartilhando a mensagem de esperança entrelaçada com a história que eles trazem. Theodore Roosevelt disse: “Ninguém se importa com o quanto você sabe, até saberem o quanto você se importa”.

Como as igrejas podem utilizar corretamente o marketing?

James: Ótima pergunta. Marketing geralmente passa uma imagem ruim de comercialização. Muitos na liderança podem simplesmente não entender o propósito e/ou não confiar nos processos deste ministério. É preciso comunicar o “porquê” por trás da mensagem e garantir que todos estejam de acordo com a visão e os objetivos da organização. Em minha experiência, descobri que fico ansioso para falar de Jesus para as outras pessoas mas falho em falar com Jesus sobre as pessoas… É importante lembrar disso também. Qualquer iniciativa boa da igreja deve começar em nossos joelhos. Alguns líderes sentem isso, mas não são capazes de expressá-lo.

O que você vê no caminho para o Centro de Comunicação da Igreja – CFCC – especificamente e de comunicação da igreja em geral?

James: Estou animado para fazer parte de CFCC e o futuro é brilhante que terá. Estamos falando no conselho sobre várias formas de trabalhar uma organização para trazer os líderes e pensadores juntos para resolver os problemas da comunicação. Eu sei que se fizermos isto bem, o valor será evidente e juntos poderemos crescer mais.

Fonte: Church Marketing Sucks

Herói da comunicação da igreja: Antoinette Brown Blackwell

2012_11nettearticle

“Uma coisa é certa. Eu não tenho medo de agir como minha consciência dita, não importa o que o mundo pode achar … ” – Antoinette Brown Blackwell (1825-1921)

Como a primeira mulher a ser ordenada como ministro nos Estados Unidos, Antoinette Brown Blackwell propôs que acreditar era agir.  Sua vida demonstrou, assumidamente, sua crença de que a justiça social e a fé devem coexistir em mais do que apenas palavras. Como palestrante, ela viajou o país defendendo as questões da reforma, incluindo os direitos das mulheres e a escravidão.

Para Blackwell, falar não era o suficiente. Ela passou um ano nas favelas e prisões da cidade de Nova York, servindo as pessoas de lá enquanto estudava como doenças mentais e desordem social afetavam a pobreza. Mais tarde, ela escreveu uma série de artigos para o New York Tribune sobre a lacuna entre o cristianismo que a igreja de seus dias pintava e a vida na pobreza que era a realidade de muitos nas ruas das cidades.

Falar e escrever eram mais do que apenas um trabalho ou plataforma para Blackwell. Dando seu último sermão aos 90 anos de idade e testemunhando a emenda de 19 permitindo que votasse aos 95 anos de idade, ela permaneceu envolvida ativamente em questões de reforma, até sua morte.

Crença e Ação

Acho que Blackwell descobriu o que muitos de nós desejamos – aquele lugar onde o nosso chamado, nossas paixões e as necessidades do mundo se cruzam.

Blackwell não apenas falava sobre as questões de justiça social de seu tempo, ela acreditava que a ação era necessária para que o resultado fosse mudanças duradouras e não apenas uma solução temporária.

Eu me pergunto quantas vezes deixamos de ter essa abordagem hoje. Não me interpretem mal, proporcionar às pessoas ajuda imediata e tangível na forma de uma cama quente ou um casaco ou uma refeição ou água limpa, é bom e necessário. Mas, se isso é o mais profundo que vamos, eu acho que nós estamos estabelecendo mudanças temporárias, e não permanentes.

Justiça social tornou-se uma espécie de palavra da moda em nossas igrejas hoje. Às vezes eu sinto que toda vez que eu me viro há uma nova organização sem fins lucrativos. Embora isso possa parecer uma nova tendência, você não tem que estudar muito para descobrir que não é. A crença de que a fé não pode ser divorciada da justiça social tem sido parte da igreja cristã durante séculos, mas acho que em muitos casos ela olhou significativamente diferente do que agora.

Expressando mais do que o mundano

Antoinette Brown Blackwell tinha uma voz. Você tem uma voz. Mas, mais importante, como um comunicador, a você foi dada a responsabilidade de administrar a voz de sua igreja. É fácil esquecer essa maior responsabilidade quando chegar ao domingo pode parecer uma rotina monótona de edições, tweets, atualizações no Facebook, boletins, design e formatação de newsletter.

Quero incentivá-lo a pensar além de soluções temporárias.  A agir sobre essas coisas que você é apaixonado, não importando o que o mundo possa pensar. E lembrar que, como um comunicador da igreja você é um administrador de uma voz muito maior do que a sua própria, porque é a voz de dezenas, centenas, para alguns de vocês até milhares de indivíduos.

 Como você pode traduzir essa voz em ação?

Herói da comunicação da igreja: Vincent van Gogh

Em algum momento na escola, quando a minha apreciação de obras de arte começou a transcender X-Men e quadrinhos, fiquei encantado com o trabalho de Vincent van Gogh. Quanto mais eu penso sobre sua vida e trabalho, mais eu acho que ele é digno de consideração nesta série ‘Heróis da Comunicação da Igreja”.

É claro, o perigo na apresentação de Van Gogh como um herói é que ele não era qualquer coisa do tipo, pelo menos no sentido tradicional.

Vincent não era Jesus, obviamente, ou a Madre Teresa ou Superman, ele não poupou ninguém de perigo mortal enquanto irradiava virtude. Talvez o heroísmo de van Gogh se assemelhe mais ao Hancock do Will Smith do que o Man of Steel do George Reeves. Afinal, Vincent era um artista temperamental e enigmático que às vezes desmentiu a igreja, uma vez cortou sua própria orelha, e pode ter se matado com a idade de 37.

Por que então temos de olhar para Van Gogh para a inspiração? Bem, aqui está o que eu gosto sobre o cara:

Ele era uma bagunça, mas pelo menos ele nunca fingiu não ser. Há um monte de nós na igreja moderna – inclusive eu – que são conhecedores na gestão de percepção. O fato é que quando você trabalha em comunicações da igreja é tentador projetar a imagem de um confidente, cristão competente, quando a verdade não é bem assim. Vincent, por sua vez, não escondeu o fato de que ele era um pouco desequilibrado.

Ele lutou através da rejeição. As duas primeiras exposições de Van Gogh foram para seu tio, que ficou descaradamente desapontado por ambas. Como resultado, Vincent passou anos procurando sua voz. Seu estilo/técnica foi desenvolvida ao longo de anos. Se este tipo de dedicação foi o necessário para Vincent, por que seria diferente para nós? Para mim, sabendo que o grande Vincent van Gogh não foi um sucesso imediato significa que a grandeza é um subproduto, não um presente.

Ele aperfeiçoou sua arte. Obviamente, isto é uma extensão do pensamento anterior, mas vale a pena mencionar. Vincent passou anos estudando e praticando e submetendo-se à crítica, a fim de desenvolver sua capacidade. Isso foi trabalho de anos, o que deve nos dar um pouco de determinação.

Ele era prolífico. Eu vou deixar a Wikipedia falar sobre este: “Ele produziu mais de 2.100 obras de arte, composta de 860 pinturas a óleo e mais de 1.300 aquarelas, desenhos, esboços e gravuras.” E tenha em mente, que ele teve uma carreira relativamente curta. Para Vicente, a arte era trabalho. Temos de ser inspirados por Vicente, dia após dia. Perfurar o relógio, cortar a madeira e produzir algo.

Ele não recebia o que lhe era devido. Vicente morreu jovem, como eu mencionei, então ele não viveu para ver o tamanho de sua fama. Ele não chegou a ver os seus quadros vendidos por milhões. Ele não chegou a ver as multidões que se reúnem em mais prestigiados museus do mundo, a fim de ver o seu trabalho. Ele nunca chegou a comprar um mouse pad da Starry Night. E você sabe o que? Sim, ele queria respeito – todos nós queremos. Mas ele não estava correndo atrás de fama, ele estava correndo atrás de beleza. Comunicadores da igreja são muitas vezes heróis anônimos, isto te incomoda?

Ele entendeu o que são a arte e a criatividade. No The Divine Commodity, Skye Jethani explica o alto padrão de Vincent para a arte e os artistas: “Van Gogh tinha pouco respeito pela fotografia. Ele considerou uma forma de arte sem vida e abominável. Ele disse que a mesma coisa sobre pintura que procurou imitar precisamente o que os olhos viram. ” Jethani continua a dizer, “Vincent acreditava que a arte deve fazer mais do que apresentar a realidade , que deve representar a realidade, descobrindo a verdade que não é visível a olho nu.” Se o óbvio é óbvio, não perca seu tempo com ele – mostre às pessoas o que é verdadeiro, mas não aparente.

Ele era, de certa forma, um profeta. Vincent usou o que se tornaria sua obra mais famosa para pregar e profetizar. Ele queria retratar a proximidade de Deus no mundo ao seu redor, assim como desafiar a igreja pois sentiu que ela não incorporava mais essa proximidade. Aqui está Jethani de novo: “… Starry Night retrata as paisagens da alma de Van Gogh mais do que a paisagem circundante Saint-Remy, na França. O azul profundo do céu foi usado por Vincent para representar a presença infinita de Deus, e os corpos celestes são de cor amarelo- que é a cor do amor sagrado para Van Gogh. A luz divina das estrelas é repetido na aldeia abaixo, cada casa iluminada com o mesmo calor amarelo. Para Vicente, a presença amorosa de Deus nos céus não era menos real sobre a terra. “E aqui é onde a crítica vem: “Mas há um edifício na aldeia imaginária de Van Gogh, sem luz, sem presença divina, a Igreja”.

Vincent van Gogh era selvagem, confuso, obsessivo e apaixonado. E às vezes auto-destrutivo. E ainda com tudo o que disse, eu ainda acredito que há o suficiente na vida dele para merecer o status de herói da comunicação da igreja.

Fonte: Church Marketing Sucks

As primeiras impressões são virtuais

No verão passado, minha família saiu de férias com os meus sogros para Branson, Missouri. Quando chegou o domingo ficou claro para mim que, por ser o pastor na família, eu deveria escolher uma igreja para a gente visitar. Eu não conhecia as igrejas na área por isso eu recorri ao Google “igreja Branson.”

Eu me encontrei olhando através de cerca de 30 sites, gastando em média, apenas 15 segundos em cada um. Estes 15 segundos foram as primeiras impressões. As primeiras impressões não são mais físicas, mas virtuais. Antes de ser cumprimentado na porta da igreja, os visitantes já entraram no site da igreja.

Finalmente eu reduzi minhas opções de escolha baseado em sites que responderam algumas incógnitas que gostaria de experimentar no domingo. Muitas igrejas respondem a estas incógnitas através de um “Visitantes”, “O que esperar,” FAQ ” ou através de todo o seu website. Precisamos ajudar a responder perguntas e remover qualquer coisa que impeça um visitante de assistir nossos cultos.

Os requisitos para seu site passar uma boa impressão:
Como é o pastor? É altamente provável que a igreja vai assumir o caráter do pastor. Como ele é? Quantos anos ele / ela tem? 35 ou 65?

Qual o tamanho da igreja? É bom fornecer uma foto / vídeo que mostre o espaço de culto principal. É uma igreja de 50 pessoas ou 1.050 pessoas? Moderna ou tradicional?

O que devo vestir? Ninguém quer aparecer em um terno quando todo mundo está vestindo shorts e sandálias. Deixe-os saber o que o pastor vai usar.

O que acontece em um culto? Qual é o formato e quanto tempo irá durar? Qual e como é a musica?

O que meus filhos fazem? Eles participam do culto? Existe algo que atinge-os especificamente? E se há programação infantil, onde é?

 Como faço para chegar em sua igreja? Forneça um endereço, mapa, o link para o Google Maps. Diga às pessoas onde podem estacionar.

Que estratégias tem usado sua igreja para ajudar a responder as incógnitas? O que você incluiria nesta lista?

Fonte: Church Marketing Sucks

Pastores Ocupados Podem Dizer Não a Mídia Social

Curt Richardson, CEO da OtterBox, fabricante de cases para dispositivos móveis, recentemente veio a público com a sua posição “apenas diga não” sobre mídias sociais. Para ele, pessoalmente, não há tempo suficiente para fazê-lo direito:

“Eu acredito que para ser um participante importante na mídia social, você deve realmente dedicar tempo.”

Numa época em que você tem que saltar em cada movimento tecnológico, a fim de ser relevante, é refrescante ouvir um CEO que diz ‘não’.

Este é um bom conselho para os pastores ocupados. Você não tem que estar o tempo todo twitando ou postando coisas no facebook. Você pode optar por sair.

Algumas lições dessa compreensão:

1.     Se você não pode fazê-lo bem, não faça. Fazer algo bem, exige um compromisso de tempo e energia. Você não pode apenas improvisar e esperar que seja incrível. Isso é verdade para um monte de coisas da vida e é definitivamente verdade com a mídia social. Se você não pode fazer um bom esforço, não desperdice sua energia. É melhor concentrar mais esforços em menos projetos e fazê-los dez vezes melhor.

2.     Saiba o que está perdendo. Não fique muito à frente de si mesmo, ocupação não é uma desculpa. Você precisa pesar os prós e os contras de estar nas mídias sociais. A mídia social pode personalizar pastores e torná-los mais acessíveis, não apenas para a sua congregação, mas para a sua comunidade. Sendo ainda mais acessível pode ser uma coisa assustadora, mas também pode oferecer grande valor, especialmente em termos de alcance. Se você vai dizer ‘não’ a mídia social, saiba o que está perdendo. Não deixe que “ocupado” seja uma desculpa fácil.

3.     Expectativas mais baixas. Se você está ocupado, mas ainda vê o potencial das mídias sociais, às vezes é melhor diminuir as expectativas. Em vez de ser um rock star da mídia social, talvez você será um observador silencioso. Nem todo mundo tem que postar 30 vezes por dia. Redefinindo as expectativas, você permite que a mídia social  trabalhe de uma forma que funcione para você. E isso é verdade para muitos dos esforços na comunicação. Talvez a sua igreja não pode fazer um site bom, mas você ainda precisa ter um. OK, baixar as expectativas. Em vez de fazer um grande site que nunca é atualizado, faça uma única página muito boa.

4.     Isso é pessoal, não comercial. Por fim, note que a escolha de Curt Richardson foi uma escolha pessoal, não uma escolha de negócios. OtterBox ainda usa mídias sociais. Sua igreja ainda pode precisar de uma presença nas mídias sociais, mesmo se você como um pastor decidir optar por sair. Se você vai fazer isso, você precisa para fazê-lo bem e diminuir as expectativas se for preciso. De todo jeito ira funcionar.

O que você acha? Vale a pena dizer ‘não’ as mídias sociais?
%d blogueiros gostam disto: