Arquivo da categoria: Evangelismo na internet

6 Dicas de Evangelismo Online

evangelismo-onlineO ministério de evangelização online da Sepal, Conhecer Deus, faz um treinamento com seus voluntários que pode ser útil para todos nós. Então resolvemos fazer um resuminho dos pontos principais:

1- Não faça discursos

Em vez disso, faça perguntas que direcionem o pensamento dessa pessoa para a mensagem da salvação. Sempre que pensar em fazer alguma afirmação sobre sua fé, se pergunte se não pode fazer alguma pergunta que induza a pessoa a mesma conclusão. A experiência de fazer suas próprias descobertas terá muito mais impacto e valor duradouro do que qualquer discurso.

2- Não critique

Se você não concorda com algo que ela faz ou crê, questione com serenidade a razão da pessoa acreditar nisto ou o motivo que a levou a esta atitude atitude. NUNCA critique, isso apenas irá afastá-la de você.

3- Não pregue 

A pregação é uma via de mão única. É um dos meios menos efetivos de comunicação atualmente, quando “interatividade” e “imagens” definem o padrão a ser seguido. Nossas escolas há muito tempo aderiram a todo tipo de métodos educacionais interativos para ajudar as crianças a aprenderem de forma lúdica. Mas nós ainda estamos ocupados pregando. Nós, como cristãos, podemos estar acostumados a isso, mas quando a pregação é utilizada para evangelismo ou conversas com não crentes, ela é o pior meio de transmitir a mensagem.

4- Ame as pessoas

Este é o ponto principal. Se você acha que pode amar uma pessoa que não acredita em Deus, você está qualificado para o evangelismo. Se você não pode, por favor, permaneça no banco de sua igreja.

5- Não faça escolhas pelos outros

Cada ser humano tem sua própria responsabilidade. Não é nosso trabalho apontar os erros das pessoas. Nosso trabalho é guiá-las até Jesus. Se, depois disso, uma pessoa descobrir, através da fé em Jesus, que existem alguns erros em sua vida que precisam de reparo, então estes assuntos devem ser resolvidos com Deus em primeiro lugar e com quem ela pedir aconselhamento.

6-Evite a “história dos pescadores”

Coloque-se no lugar da outra pessoa; familiarize-se com suas terminologias e conceitos. Evite o evangeliquês padrão com o qual você foi alimentado toda a sua vida. Conte as verdades bíblicas usando elementos que estão relacionados à realidade da pessoa.

E então, o que achou destas dicas?

 

 

Baseado no treinamento de Peter Scheele (© 2008, Por quê? – Orientação através de questões dirigidas, Eindhoven, Holanda).
Post por: Joice Atique

As primeiras impressões são virtuais

No verão passado, minha família saiu de férias com os meus sogros para Branson, Missouri. Quando chegou o domingo ficou claro para mim que, por ser o pastor na família, eu deveria escolher uma igreja para a gente visitar. Eu não conhecia as igrejas na área por isso eu recorri ao Google “igreja Branson.”

Eu me encontrei olhando através de cerca de 30 sites, gastando em média, apenas 15 segundos em cada um. Estes 15 segundos foram as primeiras impressões. As primeiras impressões não são mais físicas, mas virtuais. Antes de ser cumprimentado na porta da igreja, os visitantes já entraram no site da igreja.

Finalmente eu reduzi minhas opções de escolha baseado em sites que responderam algumas incógnitas que gostaria de experimentar no domingo. Muitas igrejas respondem a estas incógnitas através de um “Visitantes”, “O que esperar,” FAQ ” ou através de todo o seu website. Precisamos ajudar a responder perguntas e remover qualquer coisa que impeça um visitante de assistir nossos cultos.

Os requisitos para seu site passar uma boa impressão:
Como é o pastor? É altamente provável que a igreja vai assumir o caráter do pastor. Como ele é? Quantos anos ele / ela tem? 35 ou 65?

Qual o tamanho da igreja? É bom fornecer uma foto / vídeo que mostre o espaço de culto principal. É uma igreja de 50 pessoas ou 1.050 pessoas? Moderna ou tradicional?

O que devo vestir? Ninguém quer aparecer em um terno quando todo mundo está vestindo shorts e sandálias. Deixe-os saber o que o pastor vai usar.

O que acontece em um culto? Qual é o formato e quanto tempo irá durar? Qual e como é a musica?

O que meus filhos fazem? Eles participam do culto? Existe algo que atinge-os especificamente? E se há programação infantil, onde é?

 Como faço para chegar em sua igreja? Forneça um endereço, mapa, o link para o Google Maps. Diga às pessoas onde podem estacionar.

Que estratégias tem usado sua igreja para ajudar a responder as incógnitas? O que você incluiria nesta lista?

Fonte: Church Marketing Sucks

ConhecerDeus.org.br

Logo

Esta semana colocamos no ar a versão teste do novo site evangelístico da Sepal, ele pode ser visto neste link: ConnhecerDeus.org.br/teste

O diferencial do Conhecer Deus é que ele oferece aos visitantes a oportunidade de fazerem um curso online de cinco semanas  sobre as bases do cristianismo, durante este tempo ele é acompanhado por um conselheiro que irá auxiliá-lo a entender a Fé cristã e, se for o caso,  encaminhá-lo para uma igreja parceira.

Você pode acompanhar as novidades através da página do Conhecer Deus no Facebook.

Se tiver interesse em se envolver com este ministério entre em contato através do conhecerdeus@sepal.org.br.

Por que a mídia social não é ensinada nas escolas brasileiras?

Minha filha Melanie está saindo da pré-escola. Tão linda. Fase de descobertas, de cinco para seis anos. Pois bem, semana passada fui visitar algumas escolas aqui em Curitiba pensando numa transferência. Fizemos uma tour por todas as escolas, conhecendo salas, ginásio de esportes, campo de futebol, bosques, laboratórios. Sempre me via obrigado a fazer a mesma pergunta: e a sala de informática? Algumas com equipamentos mais modernos, outras nem tanto. Mas o que foi unânime em todas elas foi o orgulho das pessoas em falar “mas o acesso é bloqueado, viu? Nada de Orkut e essas porcarias!”

Porcarias?

Nota-se ainda muita resistência de professores e instituições no uso de mídias sociais como forma de educação, mas também se vê uma enorme fonte de possibilidades para transformar algo que muitos consideram problemas em verdadeiras inovações educacionais.

Atualmente, há uma grande separação entre os meios de comunicação social e nosso sistema de ensino. Poucos professores fazem algo  para integrar ferramentas de mídia social em sala de aula. Facebook, Twitter e Flickr não são apenas formas de estudantes matarem aula, são ferramentas importantes em todos os setores.

Eu, por exemplo, uso meu Twitter como fonte de pesquisa, sigo pessoas e veículos referências na minha área e me mantenho atualizado a cada segundo com novidades relevantes, além de ser um palco para discutir assuntos acadêmicos, substituindo os antigos fóruns. Esses só são alguns exemplos de como podemos usufruir do cotidiano digital dos alunos como forma educacional.

A Com8s, que significa colegas, é o nome de uma rede social colaborativa, desenvolvida por brasileiros, destinada a professores e alunos. Neste ambiente, professores e alunos podem compartilhar documentos, criar grupos de estudo, realizar videoconferências, criar calendários de provas e participar de discussões sobre temas de interesse comum, em tempo real. Tudo isso com acesso gratuito.

Dentre os benefícios da ferramenta estão o estímulo à geração de conteúdos, o compartilhamento de ideias e interesses, a colaboração mútua, o enriquecimento da comunicação, otimização de tempo e a facilidade no processo de aprendizado.

YouTube proibido

Fui recentemente conversar com uma amiga em uma grande Universidade de Curitiba, e pasmem: o YouTube é proibido para alunos de publicidade. Hum? Alunos de publicidade? Sem YouTube? Achei tragicômico!

A forma abreviada de comunicação em 140 caracteres não é uma representação de uma falta de conhecimento, é completamente o oposto. Um tweet representa um bom uso possível de palavras.

A educação no Brasil é um processo muito formal. Os alunos leem o texto, fazem anotações e escrevem furiosamente em um esforço para pegar tudo o que o professor diz. Só recentemente, em algumas instituições,  os alunos foram autorizados a usar computadores na sala de aula.

E o SlideShare? Quer melhor mídia social para a educação? Por que as empresas e instituições educacionais compartilham poucos conteúdos sobre seus serviços e produtos no SlideShare? As mídias sociais devem estar integradas e a melhor maneira de seu consumidor conhecer seu produto ou serviço é uma bela apresentação explicando detalhadamente seus conteúdos.

Por que os administradores de instituições educacionais e professores não fazem um esforço para incorporar ferramentas de mídia social em planos de aula? Educação e meios de comunicação social não podem mais ser mutuamente excludentes. Quem sabe os filhos da Melanie não possam viver essa realidade no Brasil?

Vi aqui

Vídeos Evangelísticos para o ConhecerDeus.org.br

Esses são dois vídeos evangelísticos que a nossa equipe produziu para o ‘ConhecerDeus.org.br’, site que em breve será lançado pela Sepal:

O Caminho –

Carta de amor do Pai –

Jesus.net

Jesus.net, é um movimento de evangelismo e discipulado pela internet. Já alcançou a vida de milhares de pessoas em 20 países diferentes e em breve estará no Brasil também!

Neste vídeo o fundador do movimento nos convida a participar desta ‘pescaria’:

Ciberespaço, campo missionário

 

“As novas gerações já estão bem conectadas, eu passo férias em uma colônia de pescadores na Bahia, deste tamanhinho e já tem duas lan house e eu perguntei ao meu filho de oito anos se ganha desses meninos, e ele respondeu que não, que está de igual para igual. Os meninos não sabem ler direito ainda, mas já entram na internet e já têm acesso, e isto em uma colônia de pescador com um grau de conexão muito pequena.”

Juca Ferreira

Ministro da Cultura

É verdade que a grande maioria da humanidade ainda não tem este acesso. Mas, desde já o mundo digital demonstra a sua força para conquistar as pessoas, principalmente a nova geração.

A internet se torna mais acessível a cada dia, o governo está desenvolvendo políticas para incluir digitalmente comunidades rurais, ribeirinhas e indígenas. Sem falar da conexão global, para a qual nem o idioma é barreira.

Para a Igreja esta não é uma discussão técnica sobre digitalização. Não é uma questão apenas de produzir material teológico online, disponibilizar pregações no youtube e organizar sites devocionais. É uma oportunidade missionária, mas para isto ela precisa dialogar com este novo mundo.

A cultura digital dá outro significado, outra velocidade a comunicação.  A Igreja não entrará neste processo automaticamente, ela precisa de organização, projetos, capacitação. É necessário se preparar para enfrentar o desafio e aproveitar as oportunidades deste grande campo missionário.

– Referência bibliográfica: Livro “Cultura Digital.Br”

Vi aqui

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