Arquivo mensal: junho 2011

Não desprezarás as redes sociais

“Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações” – Mateus 28.19

 

Não existe verdadeira vida cristã sem discipulado.

Não há discipulado sem intimidade.

Não é possível adquirir intimidade sem tempo para conversar.

Tempo, não temos.

E mesmo que você, líder, organize seu trabalho, ministério e estudo para poder se encontrar com todos os seus liderados todas as semanas – sonho meu- a verdade é que eles terão muita dificuldade para fazer o mesmo.

O que fazer?

Eis o 11º mandamento para líderes de jovens/adolescentes: “Não desprezarás as redes sociais”.

É claro que elas não fazem todo o trabalho, você ainda precisa se esforçar para conseguir um tempo com seus discipulados e aproveitá-lo ao máximo.

Mas elas ajudam, e muito!

Para construir intimidade com alguém é valioso ter um contato diário para compartilhar coisas bobas ou perguntar sobre o dia. Este tipo de amizade diminui as barreiras e ajuda em momentos de exortação e ensino.

Mas atenção:

1º não seja o líder chato que ficará criticando todos os comentários e fotos, como se a sua missão nas redes sociais fosse vigiar seus liderados; isso apenas os afastará de você.

2º tome cuidado para que os seus comentários e fotos não comprometam seu testemunho e, consequentemente, sua liderança.

Que Deus nos dê sabedoria para utilizar esta ferramenta para o Reino.

 

Autor: Joice Atique.

ConhecerDeus.org.br

Logo

Esta semana colocamos no ar a versão teste do novo site evangelístico da Sepal, ele pode ser visto neste link: ConnhecerDeus.org.br/teste

O diferencial do Conhecer Deus é que ele oferece aos visitantes a oportunidade de fazerem um curso online de cinco semanas  sobre as bases do cristianismo, durante este tempo ele é acompanhado por um conselheiro que irá auxiliá-lo a entender a Fé cristã e, se for o caso,  encaminhá-lo para uma igreja parceira.

Você pode acompanhar as novidades através da página do Conhecer Deus no Facebook.

Se tiver interesse em se envolver com este ministério entre em contato através do conhecerdeus@sepal.org.br.

Hernandes Dias Lopes no 38º Encontro Sepal

O vídeo na web provoca a reflexão ou está fadado à superficialidade?

A interatividade entre o internauta e o conteúdo é o grande barato da  internet. No campo do vídeo na web, há mudanças apenas no que se refere à duração, enquanto nasce uma nova experiência na relação com a imagem propiciada pela web. É sobre este ponto que proponho uma reflexão neste primeiro post do Panorâmica.

VideoReflexao_400

Na web, mais ferramentas disputam a atenção do usuário

Assistir a um filme ou a um documentário na tela da TV ou cinema representa um determinado tipo de experiência sensitiva –  um filme é bom quando ele mexe com nosso interior. O filme não acontece na tela, mas em algum lugar entre a tela e nós mesmos. Sendo mais extremo:  o  filme acontece dentro de nós .

O grande desafio hoje não é usar a web só como um meio de  transferência de arquivos, mas sim como uma ferramenta para que se tenha uma nova experiência sensitiva ao assistir a um filme. Explico.

Múltiplos estímulos

Ao ver um filme na TV ou no cinema, estamos completamente inertes corporalmente diante da tela, e a interação ocorre dentro de nós, como resposta aos impulsos gerados pelo filme. O corpo está em repouso, mas as experiências sensoriais estão em pleno funcionamento, vindas de uma fonte única ( a tela do cinema ou da TV).

Por outro lado, a forma de consumir vídeo costuma mudar quando se está diante da web. É comum o internauta executar várias ações simultaneamente enquanto assiste a um vídeo na rede (vê TV, ouve rádio, escreve no word e conversa no MSN, por exemplo). Em outros termos, ele não para quieto, como se diz popularmente e não se  consegue ter uma experiência sensorial como a do cinema.

Questões para pensar

Que mudanças isso representa na absorção e interpretação do vídeo que vê?

Mais: será possível que um dia possamos ter, na web, uma experiência sensorial mais profunda (no sentido da entrega pessoal diante do conteúdo, menos dispersa), similar à que se costuma ter principalmente com o cinema?

Que reflexões os produtores de vídeo – ou sites, portais e demais veículos de comunicação – podem tirar dessa nova forma de as pessoas  interagirem com as imagens?  O conteúdo em vídeo precisará ser repensado em função disso? De que maneira?

Será possível aliar a interatividade e o espírito multitarefa facilitado pelas novas tecnologias a uma experiência sensorial profunda com o conteúdo visual?

Quem sou eu para dar respostas a essas perguntas – prefiro aqui lançar a dúvida, a interrogação.

O que estou seguro é que   alguma mudança ainda virá no infinito, fértil  e maravilhoso mundo virtual.

Vi aqui

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