Arquivo mensal: maio 2011

Os desafios para entender as gerações online

Especialista descreve cada um dos grupos, detalhando anseios e motivações. “A próxima geração não é uma versão mais jovem da sua”, alerta.

A palestra do professor Graeme Codrington na InTouch 2011 – evento organizado pela Amdocs, provedora de soluções em software para empresas de telecom – se não foi a mais aplaudida, foi, de longe, a mais bem humorada. Sua apresentação, na semana passada, sobre as gerações Y, X e Baby Boomers, motivou gargalhadas de muitos dos presentes, talvez identificados com as situações que descreveu.

“Vocês são daqueles que só assistem DVDs quando seus filhos estão em casa, por não conseguirem mexer no aparelho? E não é nem uma questão de fazê-lo tocar a mídia, o problema é encontrar o controle remoto correto. E na hora de aprender a usar um smartphone novo, vocês leem o manual? Eles nem vêm mais com manual! Ou vocês o entregam aos jovens para que, 15 minutos depois, eles voltem para explicar direitinho o que fazer?”

Logo no começo da exposição, Condrington exibiu uma cena do filme De Volta Para o Futuro. Primeiro porque o futuro do qual o longa trata não está longe: 2015 – é hora de se perguntar se algumas das projeções foram acertadas. Segundo, porque seu lançamento, em 1985, se deu quatro anos antes de o mundo mudar completamente.

O professor lembra que a partir de 1989, grandes eventos se sucederam em um espaço de oito meses. Junho (5/6) marca o término dos protestos na Praça da Paz na China, logo após o massacre promovido pelo Governo do país. Em novembro, o muro de Berlin é derrubado, dando fim à divisão da cidade alemã em dois lados, capitalista e socialista. Um mês depois, em 25/12, o ditador Nicolae Ceausescu é executado, e a Romênia abandona a URSS. Já em 1990, em fevereiro, Nelson Mandela é libertado na África do Sul, após passar 27 anos preso.

Todos esses acontecimentos foram preponderantes para o desenvolvimento da Geração Y. Se seus predecessores da Geração X conviveram em meio a grandes incógnitas, incertos sobre o que os anos seguintes lhes reservavam, as crianças nascidas no começo da década de 80 já podiam ter uma ideia melhor sobre o caminho que deveriam seguir.

“Família, religião, condição econômica são fatores importantes, mas nada se compara a esses primeiros 15 anos de vida no que se refere à formação de uma pessoa”, esclareceu Codrington.

Em seguida, tratou de explicar as diferenças entre as gerações, e, para ilustrá-las, usou três peças publicitárias – todas de produtos de tecnologia.

Baby Boomers
Os Baby Boomers, afirmou o professor, nasceram em uma época de grande otimismo, acreditavam em mudar o mundo e, o que é mais impressionante, ainda acreditam. Não raro, pouco após se aposentarem, voltam à atividade, desta vez como consultores.

“Aquele aforismo, que diz que o único empecilho para que você atinja todos os seus objetivos é você mesmo, vale para essa geração. Eles, no entanto, sabem que não mudaram o mundo. Por isso, acho, ainda estão no mercado”.

Eles têm a visão, eles têm a motivação, eles têm o dinheiro. Precisam, porém, de ideias concretas para colocar tudo em funcionamento. – daí que podem contar com a ajuda da Geração Y. Codrington gosta de resumir o pensamento dos Baby Boomers com a frase que um parente seu costuma dizer:

“Quando eu morrer, o mundo acabará”.

Geração X
As pessoas dessa geração não têm medo, de acordo com Codrington. Seus primeiros anos foram permeados de incertezas e, ao perguntarem aos pais o que estava acontecendo, não conseguiam nenhuma resposta – mesmo porque os mais velhos também não as tinham.

Aprenderam desde cedo que o sistema era na base do cada um por si. Aos 30 anos, já passaram por mais empregos do que seus pais tiveram a vida inteira. Aos 35, metade deles está em um trabalho sem nenhuma relação com a área na qual se formou. O trabalho por sinal não está no topo de suas prioridades. Querem flexibilidade, viagens, diversão, liberdade. É possível que a profissão só apareça em quinto lugar.

Felizmente, quando passam por dificuldades, costumam ter um boomer a quem podem recorrer: ficam um tempo na casa dele – por vezes tempo demais, é verdade – se recompõem, e partem para a próxima aventura. “A Geração X é a geração whatever (tanto faz)”, disse.

“Eles adoram mudanças. Mais do que isso, eles precisam de mudanças. Quando não as têm, eles as criam. E se para vocês isso significa caos, pois bem, eles adoram o caos. E quando não o têm, eles o inventam”.

Geração Y
“O que há com os jovens de hoje em dia?”, perguntou Codrington. “Se vocês têm filhos, sabem do que estou falando. Mas, garanto-lhes: por mais que pareça, não se trata de uma alteração genética. A profunda confiança que eles sentem, algo próximo da empáfia, é motivada por outro fator. Desde a tenra infância, são os consultores tecnológicos da casa. Eles auxiliam, decidem, ensinam. Vocês aprendem”.

Tal qual a geração anterior, os garotos da Geração Ytambém não gostam de rotina. Eles aceitam um celular corporativo da empresa, para que possam ser contatados a qualquer momento – em uma sexta-feira à noite, na manhã de domingo – mas querem que essa flexibilidade valha para os dois lados. Pediram uma folga na terça à tarde para assistir ao futebol? Isso não quer dizer que toda terça-feira faltarão ao trabalho. Assim como não trabalharão todo sábado.

Para o especialista também é falsa a constatação de que os membros da Geração Y não se conectam com ninguém. É justamente para isso, diz, que eles sempre carregam o smartphone. Essa geração é a mais conectada de todos os tempos, e o surgimento das redes sociais não foi um acaso – muito menos seu consequente sucesso. Possuem um desejo urgente de fazer parte de um grupo, de se verem incluídos, de se sentirem maiores do que realmente são.

Por isso, alega Codrington, é um contrassenso bloquear portais como Facebook e Twitter nas empresas. São a partir desses sites que os jovens compartilham, cooperam, contribuem, engajam: rendem bem mais com eles do que sem eles. As companhias devem dar um jeito de conectar seus funcionários – para um desempenho melhor – e seus clientes – para deixá-los satisfeitos. Um dispositivo sem acesso à Internet não serve para esse público.

Como atrai-los
“Os membros da Geração Y não querem apenas subir na empresa. Eles têm outras direções em mente”, afirmou o professor. Estão sempre entre uma coisa e outra – costumamos reduzir essa postura ao conceito de multitarefa. Não anseiam por estabilidade, mas por crescimento.

O crescimento não é necessariamente financeiro. Se eles avistarem uma boa oportunidade na companhia – ou em outra – mesmo que não seja um cargo superior ao que ocupam, não pensarão muito antes de arriscar. Para mantê-los motivados, e presos à empresa, é necessário provê-los com conhecimento, treinamento, aulas – e estas, é lógico, podem ser online.

Mas, principalmente, eles querem saber o porquê de tudo – talvez daí, brinca Codrington, venha o nome da geração, já que “y”, em inglês, se pronuncia why (por que). Na palestra, o especialista fez um desafio aos chefes: expliquem aos seus jovens funcionários os motivos pelos quais eles devem fazer isso, e não aquilo, e por que de determinada maneira, e não de outra, os resultados serão melhores.

“Não pensem que as pessoas da Geração Y são simplesmente versões mais jovens de vocês. Esqueçam o que costumavam ouvir de seus pais – Because I said so (Porque eu disse) – e expliquem suas decisões. Vejam como isso fará a diferença no comportamento dos jovens. Se não fizer, mandem-me uma mensagem”, disse, enquanto mostrava seu e-mail na tela. “Das centenas de apresentações que já fiz, nunca recebi um retorno ressaltando meu engano”.

Oportunidades
Por fim, Codrington comentou as inúmeras oportunidades que os próximos anos reservam. Se os membros da Geração Y desejam tecnologia para assisti-los e conectá-los, os baby boomers não estão atrás, desde que os produtos sejam fáceis de usar – vide o sucesso do iPad entre o público mais maduro.

Os adultos que nasceram pouco após a Segunda Guerra Mundial ainda estão no mercado. Os garotos da década de 80 já estão nele, e se destacam por entender melhor o que é inovador e atraente, e o que não é. A questão, ressalta o especialista, é que três quartos da renda global estão nas mãos dos baby boomers. É chegada a hora de unir as novas ideias de uma geração ao capital de outra.

Codrington já tem em sua cabeça uma contagem regressiva para 2015. Até lá, espera, os problemas que temos visto darão espaço às soluções. A pergunta que faltou ser respondida, no entanto, foi esta: se os baby boomers se unirão à Geração Y na construção do futuro, como ficará a geração whatever?

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Por que a mídia social não é ensinada nas escolas brasileiras?

Minha filha Melanie está saindo da pré-escola. Tão linda. Fase de descobertas, de cinco para seis anos. Pois bem, semana passada fui visitar algumas escolas aqui em Curitiba pensando numa transferência. Fizemos uma tour por todas as escolas, conhecendo salas, ginásio de esportes, campo de futebol, bosques, laboratórios. Sempre me via obrigado a fazer a mesma pergunta: e a sala de informática? Algumas com equipamentos mais modernos, outras nem tanto. Mas o que foi unânime em todas elas foi o orgulho das pessoas em falar “mas o acesso é bloqueado, viu? Nada de Orkut e essas porcarias!”

Porcarias?

Nota-se ainda muita resistência de professores e instituições no uso de mídias sociais como forma de educação, mas também se vê uma enorme fonte de possibilidades para transformar algo que muitos consideram problemas em verdadeiras inovações educacionais.

Atualmente, há uma grande separação entre os meios de comunicação social e nosso sistema de ensino. Poucos professores fazem algo  para integrar ferramentas de mídia social em sala de aula. Facebook, Twitter e Flickr não são apenas formas de estudantes matarem aula, são ferramentas importantes em todos os setores.

Eu, por exemplo, uso meu Twitter como fonte de pesquisa, sigo pessoas e veículos referências na minha área e me mantenho atualizado a cada segundo com novidades relevantes, além de ser um palco para discutir assuntos acadêmicos, substituindo os antigos fóruns. Esses só são alguns exemplos de como podemos usufruir do cotidiano digital dos alunos como forma educacional.

A Com8s, que significa colegas, é o nome de uma rede social colaborativa, desenvolvida por brasileiros, destinada a professores e alunos. Neste ambiente, professores e alunos podem compartilhar documentos, criar grupos de estudo, realizar videoconferências, criar calendários de provas e participar de discussões sobre temas de interesse comum, em tempo real. Tudo isso com acesso gratuito.

Dentre os benefícios da ferramenta estão o estímulo à geração de conteúdos, o compartilhamento de ideias e interesses, a colaboração mútua, o enriquecimento da comunicação, otimização de tempo e a facilidade no processo de aprendizado.

YouTube proibido

Fui recentemente conversar com uma amiga em uma grande Universidade de Curitiba, e pasmem: o YouTube é proibido para alunos de publicidade. Hum? Alunos de publicidade? Sem YouTube? Achei tragicômico!

A forma abreviada de comunicação em 140 caracteres não é uma representação de uma falta de conhecimento, é completamente o oposto. Um tweet representa um bom uso possível de palavras.

A educação no Brasil é um processo muito formal. Os alunos leem o texto, fazem anotações e escrevem furiosamente em um esforço para pegar tudo o que o professor diz. Só recentemente, em algumas instituições,  os alunos foram autorizados a usar computadores na sala de aula.

E o SlideShare? Quer melhor mídia social para a educação? Por que as empresas e instituições educacionais compartilham poucos conteúdos sobre seus serviços e produtos no SlideShare? As mídias sociais devem estar integradas e a melhor maneira de seu consumidor conhecer seu produto ou serviço é uma bela apresentação explicando detalhadamente seus conteúdos.

Por que os administradores de instituições educacionais e professores não fazem um esforço para incorporar ferramentas de mídia social em planos de aula? Educação e meios de comunicação social não podem mais ser mutuamente excludentes. Quem sabe os filhos da Melanie não possam viver essa realidade no Brasil?

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Dica: Como otimizar um vídeo para YouTube e aumentar suas visualizações

Editar ou converter um vídeo e enviar para o YouTube pode ser uma confusão para quem está dando seus primeiros passos na área e ainda não conhece muito sobre os formatos atuais.

Se você grava vídeos em alta definição, é inevitável se deparar com arquivos que pesam centenas de megabytes. Será que não existe uma forma de comprimir esse arquivo sem prejudicar a qualidade? E na hora de salvar um vídeo editado, qual é o melhor formato? O que é exatamente a resoluçãotaxa de dados, número de quadros por segundo e quanto esses elementos pesam no produto?

Dúvidas como esssa são muito comuns e, por isso, estamos postando um vídeo divertido e explicativo sobre… vídeos !. Abaixo, você entenderá mais sobre o melhor formato para distribuição, um passo-a-passo sobre o que pesa num arquivo de vídeo, uma boa ferramenta para converter seus vídeos e dicas para que seu vídeo seja encontrado no YouTube depois de publicado.

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Vídeos Evangelísticos para o ConhecerDeus.org.br

Esses são dois vídeos evangelísticos que a nossa equipe produziu para o ‘ConhecerDeus.org.br’, site que em breve será lançado pela Sepal:

O Caminho –

Carta de amor do Pai –

Venda de e-books para Kindle já supera a de livros impressos

Desde abril, para cada cem livros impressos são vendidos 105 livros eletrônicos; na comparação com 2010, venda de e-books triplicou.

A Amazon.com anunciou nesta quinta-feira (19/5) que já vende mais livros eletrônicos no formato Kindle que livros impressos. Além disso, seu Kindle with Special Offers, leitor de e-books que traz anúncios publicitários, lançado recentemente, é o mais vendido da linha.

“Os clientes estão escolhendo os livros Kindle com mais frequência que os livros impressos. Tínhamos grandes esperanças de que isso ocorreria em algum momento, mas nunca imaginávamos que seria tão rápido”, disse o CEO e fundador da Amazon.com, Jeff Bezos, em comunicado.

A Amazon.com informou que desde 1.º de abril, para cada cem livros impressos, são vendidos 105 livros no formato Kindle. A soma inclui livros nos formatos tradicional e capa dura e deixa de fora os livros eletrônicos gratuitos. “Se fossem incluídos, os números seriam ainda maiores”, diz o comunicado.

Como de costume, a empresa não apresentou números absolutos de vendas.

“O tremendo crescimento das vendas de livros Kindle, combinado com o crescimento contínuo das vendas de livros impressos, resultou na maior taxa de crescimento dos negócios de livros da Amazon.com nos Estados Unidos, tanto em unidades como em dólares, dos últimos dez anos”, afirmou a empresa.

A Amazon.com revelou ainda que o Kindle with Special Offers, versão do leitor de e-books que exibe anúncios publicitários, já é o modelo mais vendido – ele foi lançado há cinco semanas ao preço de 114 dólares.

Além disso, o número de e-books vendidos nos primeiros meses de 2011 supera o total para o mesmo período de 2010 em mais de três vezes.

Pelos números da Amazon.com, o acervo de e-books da Kindle Store supera os 950 mil títulos. Desses, mais de 790 mil custam 9,99 dólares ou menos. Nos últimos cinco meses, mais de 175 mil livros foram incluídos no acervo.

Dicas: Conheça editores de texto que ajudam você a manter a concentração

Há 15 anos que ganho a vida escrevendo, e aprendi pelo menos uma boa lição nesse período: na nora de escrever, a concentração é crucial. Mas em nosso universo online repleto de distrações, onde o ruído das redes sociais nunca cessa, a concentração é a principal vítima a cada janelinha de mensagem instantânea que “pipoca” em nossos desktops. Então, quando eu preciso evitar as distrações e colocar as idéias na tela, uso um editor de textos feito sob medida para a tarefa.

Ferramentas de texto que prometem livrá-lo das distrações são um poderoso antídoto para o verdadeiro caos digital que ocupa os cantos de nossos monitores. Ao ocultar todas as outras janelas e lhe permitir focar em nada mais além do espaço em branco à sua frente e as idéias na sua cabeça, estas ferramentas criam um ambiente de trabalho que promove a claridade mental.

Chamar estas ferramentas de “processador de textos” é quase um absurdo. A maioria oferece pouco em termos de recursos de formatação, e isso é proposital. A idéia é lhe dar o espaço necessário para que você possa expressar seus pensamentos em sua forma mais simples. Simplesmente tirá-los da cabeça e colocá-los na tela. Depois que isso estiver feito, você pode exportar o resultado para o Word ou qualquer outro processador de textos e mudar as fontes, adicionar gráficos e embelezar o texto ao seu gosto.

No Windows, meu aplicativo favorito nesta categoria é o WriteMonkey. Gratuito, ele ocupa a tela inteira e lhe dá apenas as ferramentas de edição mais básicas, mas tem várias opções de personalização em um menu contextual acessível com um clique do botão direito. Você pode mudar o esquema de cores do texto e do fundo da tela, por exemplo, criando uma combinação que ache reconfortante e condutiva à criatividade.

Embora eu não me preocupe com a formatação quando estou escrevendo a primeira versão de qualquer texto, o WriteMonkey suporta alguns comandos de formatação padrão, como *texto* para colocar a palavra “texto” em negrito, e _texto_ para itálico.

WriteMonkey: interface simples elimina as distrações

Outra boa opção para o Windows é o Dark Room, que é – o próprio desenvolvedor reconhece – uma réplica de uma outra ferramenta popular entre os usuários de Mac chamada WriteRoom. O Dark Room é consideravelmente mais simples que o WriteMonkey, e oferece menos opções de personalização, mas é tão bom quanto para colocar suas idéias “no papel”. E para usuários que não se importam com opções extras e querem simplesmente escrever, a simplicidade extra é uma vantagem.

Mas o meu editor de textos livre de distrações favorito é o OmmWriter, que tem versões para Windows e Mac. Ele tem alguns recursos realmente interessantes que ajudam o usuário a focar na tarefa. Fundos de tela simples, como uma tela branca com uma árvore sem folhas evocando uma paisagem de inverno, dão aos seus olhos algo além de palavras para satisfazer sua visão periférica sem adicionar distrações. Ele também inclui sons ambientes como sinos e ruído branco (que simula chuva ou o barulho do mar) que criam uma atmosfera “Zen” e imersiva. Passar uma hora ou duas com o OmmWriter é quase uma experiência meditativa.

O WriteMonkey tem suporte a alguns plug-ins de áudio, mas em minha experiência eles ainda não funcionam muito bem. Espero que o desenvolvedor melhore este recurso logo.

Não importa a ferramenta que você escolher, vale a pena experimentar um editor de textos livre de distrações na próxima vez em que você realmente precisar se concentrar em escrever. Apesar de simples, estas ferramentas trasnformaram completamente meu processo de escrita.

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Jesus.net

Jesus.net, é um movimento de evangelismo e discipulado pela internet. Já alcançou a vida de milhares de pessoas em 20 países diferentes e em breve estará no Brasil também!

Neste vídeo o fundador do movimento nos convida a participar desta ‘pescaria’:

Crise econômica faz crescer o número de jovens no cibercrime

Segundo a União Européia, os estudantes de tecnologia estão sendo recrutados diretamente nas escolas e faculdades.

O cenário de crise econômica mundial tem um impacto direto no crescimento do cibercrime. É o que afirma a agência de investigação da União Européia, a Europol.

Em um estudo recente conduzido pela organização sobre o crime organizado, ela destaca que o momento econômico tem levado um número cada vez maior de jovens com conhecimentos sobre tecnologia a ingressar em gangues de crackers.

“E um número crescente de desempregados da Europa deve se engajar no cibercrime nos próximos anos”, ressalta a Europol no documento. A agência destaca que estudantes estão sendo recrutados diretamente nas escolas por organizações criminosas.

No estudo, também é destacado o fato de que a Internet se tornou uma ferramenta de comunicação, informação, venda e recrutamento para o crime organizado, facilitando práticas como tráfico de drogas, pirataria, pedofilia, imigração ilegal e  até tráfico de seres humanos.

A Europol afirma que os sistemas de Internet Banking permitem que organizações criminosas movam com certa facilidade bens de um país para outro e aponta que os sistemas de apostas online e moedas virtuais para games também estão sendo usados para lavagem de dinheiro. “A economia do crime está mais sofisticada, com provedores de serviços especializados para crackers (criminosos da Internet), com oferta, por exemplo, de grandes volumes de dados de cartões de crédito”, destaca o relatório.

Segundo dados da McAfee, especializada em segurança, as perdas corporativas mundiais por conta do cibercrime estão estimadas em  1 trilhao de dólares por ano. Atualmente há mais de 150 mil programas nocivos em circulação e cerca de 150 mil PCs são infectados todos os dias.

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Usuários que discriminaram nordestinos no Twitter podem ser processados

Se na manhã da última quarta-feira (11/05) mensagens antissemitas começaram a se espalhar pelo Twitter – por conta da decisão do Governo de São Paulo de não mais construir uma estação de metrô em Higienópolis – à noite a polêmica recaiu sobre outro tipo de preconceito: contra nordestinos.

Mais uma vez, a discussão na rede social teve início com um único tuite, enviado pela usuária @_AmandaRégis:

“Esses nordestinos pardos, bugres, índios, acham que têm moral, cambadas de feios. Não é a toa que não gosto desse tipo de raça”, afirmou.

Inicialmente, poucos internautas tiveram semelhante atitude – ao contrário do que aconteceu logo após a eleição de Dilma Rousseff, no fim do ano passado. Mesmo assim, a palavra-chave #orgulhodesernordestino chegou à liderança do trending topics nacional. Já #Amanda Régis alcançou a segunda colocação no Brasil e a nona no mundo.

“Meu Deus” foi a primeira atualização da usuária nesta quinta-feira (12/05). Surpreendida, provavelmente, com a repercussão que seu comentário tomou.

Pouco depois resolveu desculpar-se: afirmou ter agido por impulso por causa do jogo do Flamengo – a equipe perdeu para o Ceará pelas quartas-de-final da Copa do Brasil – admitiu que não deveria ter falado algo do tipo e se comprometeu a assumir as consequencias do ato. “Vou sumir daqui (Twitter) por um bom tempo”, disse por fim.

Outros dois usuários que fizeram comentários parecidos já excluíram suas contas. O internauta @lucianfarah77 afirmou que os nordestinos “são a desgraça do Brasil” e os chamou de retardados. Já @alinepetrini, mesmo sabendo de seu erro, insistiu: “Já disse um trilhão de vezes que sou preconceituosa com nordestinos (eu sei que isso não é bom). Ô povo nojento até de boca fechada”.

Reação
A Ordem dos Advogados do Brasil do Ceará (OAB-CE) anunciou que entrará com notícia-crime no Ministério Público Federal ainda hoje. Denunciará Amanda Régis e Lucian Farah por injúria qualificada e discriminação.

Renato Opice Blum, advogado especializado em direito eletrônico e digital da Opice Blum Advogados, alerta para o fato de que são dois enquadramento penais distintos. Enquanto o primeiro “ofende a honra subjetiva e tem de ser direcionado a uma pessoa específica” – como no caso em que o jogador argentino Desábato chamou Grafite, à época jogador do São Paulo, de “macaco” – o segundo atinge uma coletividade, como raça, cor, etnia, religião e procedência nacional.

Para ele, a possibilidade de os dois acusados serem condenados por discriminação é maior do que por injúria. Nesse caso, poderiam pegar até cinco anos de prisão, já que o crime foi cometido a partir de um meio de comunicação.

A possível pena, no entanto, dificilmente passaria de quatro anos, disse o advogado. Além disso, os réus não iriam para a cadeia, mas ficariam em prisão domiciliar. Essa decisão, aliás, quanto a que tipo de regime os acusados teriam que se submeter, é posterior à condenação, e obedece a artigos bastante técnicos.

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Podcast com Walter McAlister

Click on the slide!

Paulinho Degaspari e Adriana Degaspari começam uma série de programas gravados durante o 38º Encontro Sepal realizado na primeira semana de maio. No primeiro, recebem Walter McCalister para conversar sobre o rumo que a Igreja tem tomado e sua inevitável falência.

Prepare-se pois, mensalmente, colocaremos no ar esta série de programas que contou com muitos convidados especiais!

Ouça aqui!

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