Arquivo mensal: abril 2011

Criticar marcas nas redes sociais é trollar?

Recentemente participei de um painel no youPIX Festival, cujo tema perguntava qual a razão de os trolls serem importantes. O assunto me pegou de surpresa, porque nunca imaginei que os trolls pudessem ter algumaimportância. Mas como esse adjetivo é algo relativo prá caramba, saí em busca de uma possível contribuição positiva de um estereótipo tão nocivo às comunidades online.

Ao meu lado, na discussão, estavam Demi Getschko (NIC.br), Bruno Tozzini (DM9), Wagner Mr. Manson Martins (Espalhe) e Éden Wiedemann (F.biz), sob a moderação o Alexandre Matias (Estadão).

Como a maioria do time vem da publicidade, a discussão naturalmente enveredou para o “xingar muito no Twitter”. Casos recentes como Brastemp, Renault e Arezzo foram citados como episódios delicados para quem trabalha com gerenciamento de marcas nas redes sociais.

É aí que pergunto: manifestar insatisfação a uma marca de modo massivo nas redes é trollar? Espia só um conceito amplo da coisa, by Wikipedia:

Um troll, na gíria da internet, designa uma pessoa cujo comportamento tende sistematicamente a desestabilizar uma discussão, provocar e enfurecer as pessoas envolvidas nelas.http://pt.wikipedia.org/wiki/Troll_%28internet%29

O usuário que critica uma empresa na sua timeline e noutros espaços do gênero, aos meus olhos, presta um serviço à marca. É quase o contrário da trollagem, que desvia o foco da discussão por motivo fútil e de modo agressivo. Tá certo que algumas críticas – como alguém da plateia lembrou do site ReclameAqui – também são agressivas. Mas quando têm fundamento real (problemas com produtos ou serviços) me parecem válidas e não vazias como o troll.

Se for para rotular a voz do consumidor nas redes sociais como trollagem, então vamos falar em “troll do bem”, se é que a contradição do termo não o inviabilize. Mas o “troll do bem” é o sujeito que dá o troco na mesma moeda. Lembro do projeto “O Grande Troll”, de uma dupla de comunicadores de Florianópolis. Eles lançaram o desafio para o público trollar os políticos que trollavam na época da campanha, em 2010. Não se trata de dar o exemplo, mas de mostrar a quem trolla o quanto é chato ter a timeline literalmente invadida (sem ter dado “follow” àquele sujeito) por mensagens tipo spam com números de urna e discursos em sequências imperdoáveis de tweets.

Minhas reflexões sobre a importância do troll seguiram outro caminho pré-evento – o do mal necessário, do fator desestabilizante capaz de imunizar ou pelo menos alertar os usuários de que as mídias sociais não são um mundo cor-de-rosa e que nossos followers podem nem sempre aplaudir o que postamos.

Mas não nego que o rumo que a discussão tomou foi prá lá de interessante.

E você, acha que xingar uma marca no Twitter, após ela ter pisado na bola com o consumidor pode ser considerado troll?

Por @AnaBrambilla

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Dicas: Cinco truques para você ter mais seguidores no Twitter

O Twitter se tornou uma das mais populares ferramentas quando se trata de alcançar um público, seja para promover conteúdo, se destacar como especialista em um determinado campo ou fazer contatos com outros usuários que possuam interesses similares.

Uma maneira de aumentarseu alcance na rede é obter mais seguidores, contudo isso não é tão simples quanto apertar o botão de “Follow” e esperar que a pessoa do outro lado faça o mesmo. A última pesquisa de Dan Zarrella (autor dos livros The Facebook Marketing Book e The Social Media Marketing Book e “cientista de marketing viral e de social media”) mostra o que as pessoas procuram no perfil de um usuário antes de segui-lo, e dá dicas de como aumentar as chances de outros usuários te seguirem de volta. Aqui estão cinco dicas do especialista para aumentar seu alcance, e do conteúdo que você posta, na rede.

1. Deixe que os outros saibam quem é você
Quando um usuário cria uma conta, o Twitter pede que ele complete seu perfil. Isso inclui inserir uma pequena descrição (chamada “bio”), um link e uma foto. Dê uma olhada em seu perfil para ver o que está faltando, aconselha Zarrella.

“Usuários que investem tempo [preenchendo o perfil por completo] possuem mais seguidores do que aqueles que não o fazem” completou. Sendo assim, coloque uma imagem, insira um link para seu blog ou webpage e escreva uma “bio” que faça com que os outros membros da rede social saibam quem estão prestes a seguir.

2. Chega de narcisismo
Geralmente, redes sociais como o Facebook e Twitter podem ficar saturadas com o tanto que os usuários falam de si mesmos – o que fizeram naquele dia, reclamações triviais, e assim por diante. Entretanto, de acordo com o cientista, se seu desejo for aumentar seus seguidores, é importante parar de falar de si.

“Imagine encontrar alguém em uma festa que não fez outra coisa se não falar sobre si mesmo durante toda a noite. Você gostaria de ouvir durante muito tempo?” questiona o especialista.

3. Diversifique seus tweets
Um dado interessante recolhido na pesquisa de Zarrella: usuários no Twitter com mais seguidores tendem a não responderem (no jargão da rede, fazer uma “reply”) tanto quanto aqueles com menor número de seguidores. Sendo assim, mesmo que você se sinta obrigado a responder toda vez que alguém envia uma @reply, não é necessário, de acordo com o especialista. Ao invés disso, equilibre as respostas com outro tipo de conteúdo – ou opte por um serviço de mensagens instantâneas.

4. Identifique-se autoritariamente
Mostre-se autoritário em sua “bio”, de maneira que sua descrição dê legitimidade a você e diga por quê as pessoas devem prestar atenção em você. Se você escreveu um livro, mostre que você é um autor, ou se fala muito, defina-se como falante, comunicativo.

“Um dos meus mitos favoritos é o velho ditado ‘não se chame de guru. Já ouvi e disse muitas coisas sobre isso de diversas maneiras, e, atualmente, sempre aparece alguém que sugere que o termo “expert e mídias sociais” não existe. Acontece que, tirando toda a ilusão e olhando os dados concretos, contas no Twitter que possuem a palavra “guru” tendem a possuir 100 seguidores a mais do que um perfil comum.

5. Não puxe os outros para baixo
Nem todo mundo teve um bom dia, portanto resista à tentação de liberar suas frustrações no Twitter, aconselha Zarrella. Tente manter sentimentos negativos como tristeza, agressividade de temas mórbidos mais distantes o possível. “Ninguém gosta de seguir uma depressão ambulante, e contas com muitos seguidores tendem a não fazer muitos comentários negativos” analisa o especialista. “Se você deseja mais seguidores, anime os outros e a si mesmo.

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10 erros comuns sobre mídias sociais

Encontrei essa “polêmica” lista e achei que era uma boa compartilhar aqui também. Existe muita informação equivocada sobre mídias sociais circulando por aí, e o pessoal do The Next Web reuniu os 10 erros mais populares sobre o assunto. Não concordo plenamente com a lista, mas é um bom início de discussão (coloquei minha opinião das duas questões que discordo). Bora?

1) No Twitter, todo mundo só fala sobre o que almoçou e bobagens do tipo

Este é um dos erros mais comuns entre pessoas que nunca tiveram contato com o Twitter. Talvez seja culpa dos jornalistas/blogueiros que, quando tentam explicar o Twitter, dizem que “são mensagens curtas sobre o que você está fazendo”. O Twitter é uma amostra de como é o mundo offline: algumas pessoas estão falando sobre bobagem, outras não. De fato existem muitos tweets triviais, mas há também espaço para conversas profundas, notícias, observações e comentários inteligentes.

2) Se o Twitter não consegue obter nem seu próprio lucro, não é uma alternativa viável para o meu negócio

O Twitter só não está ganhando mais dinheiro porque este não é o objetivo principal do negócio. O verdadeiro desafio é continuar sendo relevante para seus usuários. Obter lucro em cima de 200 milhões de membros é fácil. Já permanecer relevante para esses mesmos 200 milhões de membros, por um longo período de tempo, aí sim é difícil. O Twitter é inteligente o suficiente para concentrar-se no segundo objetivo.

3) LinkedIn é para negócios, Facebook é para amigos

Muita gente acha que fazer apenas o “básico” é tudo que você precisa para estar “por dentro” do que acontece na web. Ou seja, se você tem um negócio, basta ter um perfil no LinkedIn e pronto. É um bom começo, mas certamente não é o fim. Atualmente, as empresas tem que estar também no Facebook também (se não estão, me deixam um pouco desconfiados). Assim como todo mundo tem endereço de e-mail, logo todos vão ter uma conta no Twitter e Facebook. Leva pouco tempo para fazer um perfil, porque não fazer hoje?

(discordo: pode levar pouco tempo para fazer um perfil, mas leva tempo para ser atualizado e analisado com qualidade)

4) Manter perfis em mídias sociais tomam muito tempo
Eu não tiro tempo para twittar. Eu twitto quando estou esperando alguém, assistindo TV, ou quando preciso de uma pequena pausa durante o trabalho. O Twitter não toma seu tempo, assim como respirar não toma seu tempo. Apenas acontece. Se mesmo assim você achar que isso toma muito tempo, não venha me dizer que você está ocupado demais. O americano assiste em média mais de 4 horas de TV por dia. Que tal separar 30 minutos dessa atividade que não estimula sua mente, e destiná-los à interação com pessoas inspiradoras no Twitter?

(discordo novamente: twitter não é unicamente postar um tweet. é ler o que os outros escrevem, responder menções, DMs, estabelecer conversação. e isso leva tempo, sim. o que temos que decidir é quanto de tempo dedicaremos para ele.)

5) Compartilhar é coisa de gente exibida

“Por que você quer compartilhar tudo com o mundo? Você está querendo se exibir ou algo assim?” Sim, já ouvi essa frase muitas vezes. Não, eu não gosto de ficar mostrando meus órgãos genitais a outras pessoas. O que eu aprecio é compartilhar minhas experiências e idéias com outras pessoas. Isso é o que nos define como seres humanos: o poder de compartilhar nossas esperanças, sonhos e pensamentos com os outros. As redes sociais apenas tornam esse processo mais fácil. Exibicionismo não tem nada a ver com isso.

6) Você não consegue dizer nada significativo em apenas 140 caracteres
A limitação de 140 caracteres no Twitter é baseado na limitação de 160 caracteres do SMS, que é baseado no tamanho médio dos cartões postais. A equipe que decidiu sobre o formato SMS contou os caracteres dos textos em milhares de cartões postais e descobriu que raramente os 160 caracteres foram ultrapassados. Apesar de 160 caracteres parecer pouco, você ficaria surpreso com a quantidade de sabedoria, emoção e criatividade que pode expressar. Por que não experimentar?

7) Você não consegue ter lucro nenhum com o Twitter
Este é um dos argumentos preferidos das editoras e meios de comunicação de massa (o que alguns chamam de “velha mídia”). Eles tentam parecer inteligentes, mas é óbvio que não pensaram nenhum segundo sobre isso. A resposta é simples: ALCANCE. Publicação é alcance. Você tem um público, e tem a sua atenção. Isso significa que você pode vender anúncios. Eu tenho quase 15 mil seguidores no Twitter e @ TheNextWeb tem mais de 500.000. Embora não haja nenhuma maneira direta de lucrar com esses seguidores, isso significa que temos uma platéia de ouvintes. E você pode transformar em dinheiro, que é algo que qualquer editor deve conhecer.

8 ) Estou velho demais para isso
Eu acho que você está, mesmo, com um pé na cova. Poderia muito bem morrer agora, e tudo bem. Ok, não acho isso realmente! As mídias sociais são populares entre os jovens e, veja bem!, pessoas mais velhas. Meus filhos têm um contato muito maior com os meus pais do que eu tinha com meus avós. A razão: o Twitter, e-mail, Skype e outras mídias sociais. Os idosos se locomovem menos e acabam usando o Skype para fazer videochat com seus filhos e netos. Ou seja, você não tem é velho demais! É um teimoso, isso sim!

9) É informação demais!
É verdade que há muita informação disponível online, mas isso não pode ser considerado uma coisa ruim. Você considera uma biblioteca culpada por ter muitos livros? Você se sente incompetente por não ser conseguir ler todos os lançamentos literários? Claro que não. A web é uma coleção gigantesca de bits de informação, sem estrutura. É assim que me sinto quando visito uma cidade pela primeira vez. Se você estiver interessado, procurar um pouco e manter a mente aberta, em poucas horas você começará a ver modelos, padrões e estrutura (e vai ficar mais fácil de encontrar informações). Não despreze as coisas só porque elas (ainda) não parecem familiares pra você.

10) É só para geeks e nerds
Lembro-me vividamente da primeira vez que ouvi alguém falar sobre e-mail. Virei a cabeça para ver quem era essa pessoa que sabia sobre ‘e-mail’! Recentemente eu encontrei alguém que não tem um endereço de e-mail. Fiquei chocado. Mídias sociais são SOCIAIS. Ou seja, sua mãe, seus filhos, seus funcionários vão usar. Você pode virar as costas e ignorar a conversa, ou mergulhar nela! De qualquer forma, as pessoas já estão conversando e trocando experiências nas mídias sociais – e isso não vai acabar. É sua a escolha de se envolver, ou não. Você pode ter um monte de desculpas para não participar, mas o que exatamente você ganha com isso? Desligue a TV, respire fundo e mergulhe!

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Kindle vai ganhar biblioteca virtual para empréstimo de e-books

Com a Kindle Lending Library, usuários do leitor da Amazon poderão baixar e-books de graça em mais de 11 mil bibliotecas públicas nos EUA.

A Amazon anunciou nesta quarta-feira (20/4) que até o fim do ano vai lançar sua Kindle Lending Library, um recurso que permitirá aos usuários do leitor de e-book Kindle pegar emprestado livros eletrônicos em mais de 11 mil bibliotecas dos Estados Unidos.

A Kindle Lending Library (Biblioteca Circulante Kindle, em tradução livre) tem sido construída em parceria com a distribuidora de mídia digital OverDrive e vai funcionar com todos os Kindle, incluindo os aplicativos Kindle atualmente disponíveis para diversas plataformas.

Com o recurso, os consumidores poderão tomar emprestado e-books de suas bibliotecas locais e começar a lê-los imediatamente. Se você pegar um livro Kindle uma segunda vez – ou comprar uma cópia dele na Amazon -, não perderá nenhuma nota ou marcação que tiver feito; eles permanecerão ligados a sua conta Kindle.

As políticas atuais de empréstimo da Amazon, tal como as de seus concorrentes, são limitadas – embora a culpa possa ser mais das editoras do que da loja virtual. Apenas uma fração dos livros Kindle podem ser oferecidas para empréstimo, e a maioria das editoras determinam que os donos dos livros só podem emprestá-los uma vez.

Serviços online gratuitos, como o Lendle, tornam possível emprestar livros Kindle para desconhecidos, mas tais serviços são obviamente bastante limitados pelas mesmas restrições.

A Amazon não revelou se as bibliotecas vão restringir o empréstimo a uma única cópia dos e-books por vez (como fazem com os livros em papel), embora isso seja parte do acordo atual da OverDrive com as editoras.

O anúncio também não faz menção a acordos como o que a HarperCollins fechou em fevereiro com a OverDrive, e que determina que seus e-books “expirem” após 26 empréstimos.

Outro detalhe ausente do anúncio da Amazon é a data exata de estreia do Amazon Lending Library; a empresa diz apenas que “estará disponível até o fim do ano”.

Apesar disso, o apoio da Amazon ao modelo de biblioteca é bastante significativo para o mercado de e-books, e responde a uma das maiores fraquezas do mundo dos e-books.

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Entidades civis lançam hoje campanha por direito à banda larga

Movimento tem apoio de dezenas de organizações, como Idec e Proteste; dia será marcado por assembleias em várias cidades do Brasil.Um grupo de entidades não governamentais lança nesta segunda-feira (25/4) uma campanha em defesa da Internet – em especial, do acesso via banda larga – como direito fundamental do cidadão.Com o nome “Banda Larga é um Direito Seu”, a campanha tem o apoio do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), do Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor e do instituto Intervozes, entre outros.

As reivindicações da campanha incluem o reconhecimento da Internet como direito fundamental; a valorização do interesse público na implantação do Plano Nacional de Banda Larga; e a participação pública nesse processo.

“Não há garantias reais de que a Internet chegará com qualidade a todos os brasileiros a preços acessíveis”, adverte a advogada do Idec, Veridiana Alimonti. “É preciso que o governo traga apontamentos mais concretos sobre os objetivos do PNBL.”

O lançamento da campanha será marcado por assembleias, que ocorrerão simultaneamente nas cidades de São Paulo, Salvador (BA) e Brasília (DF).

Em São Paulo, o evento ocorrerá nesta segunda-feira (25/4), às 19 horas, no Sindicato dos Engenheiros de São Paulo (Rua Genebra, 25, Centro). Informações sobre as assembleias em outras cidades e a transmissão ao vivo dos encontros poderão ser conferidas no site campanhabandalarga.org.br.

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10 gadgets que os smartphones mataram

Recentemente, a Cisco anunciou que sua linha de mini-filmadoras Flip seria descontinuada. Em parte, a culpa por isso pode ser colocada nas – cada vez melhores – câmeras que os smartphone possuem. Mas, afinal, quantos produtos já deixaram de existir por causa dos modernos celulares?

Elaboramos uma lista com as vítimas dossmartphones. Se você conhece outras além das que lembramos, deixe seu comentário – e contate as autoridades responsáveis. Comecemos com as primeiras que vieram a nossa mente.

MP3 Players
Quando foi a última vez que você carregou um tocador de MP3 que fizesse só isso, tocar músicas? Quando a Apple lançou o primeiro iPhone, em 2007, seu destino foi traçado: os dispositivos que não tivessem, também, a capacidade de navegar na web ou abrir aplicativos – vide o iPod Touch – desapareceriam aos poucos. Sim, o iPod Classic continua à venda, mas seus dias estão contados E mesmo que a companhia de Steve Jobs ainda lucre com esse aparelhos, esse número tem caído na mesma medida que a renda com o iPhone tem crescido.

Console de videogame portátil
O Nintendo DS e o Sony PSP ainda estão à venda, mas parecem uma relíquia do tempo em que as pessoas utilizavam o celular principalmente para fazer ligações. Hoje há uma enorme variedade de jogos para smartphones, principalmente na App Store e na Android Store. Portanto, quem carrega na cochila um console portátil e um smartphone? Você está animado com o Nintendo 3DS, que não requerem óculos para visualizar efeitos 3D? Ou prefere investir, por exemplo, no LG Optimus 3D, que promete o mesmo recurso?

Câmeras digitais
Mesmo as câmeras baratas costumam tirar fotos melhores que smartphones, mas, mais uma vez, as pessoas, em vez de levar vários dispositivos na mala, preferem ter um que agrega todas as funções. Além disso, as fotos tiradas por celulares estão cada vez melhores e não é à toa que o iPhone 4 é uma das câmeras mais populares no Flickr.

Video Players
Você se lembra da linha de tocadores de vídeo portáteis da Archos? Ou do iPod Video da 5ª geração? Os dois foram feitos para que tanto arquivos de áudio quanto de vídeos fossem suportados. Tais habilidades, porém, estão presentes na maioria dos smartphones e, além de terem ótimas telas, acessam sites na Internet, como YouTube e Hulu, o que, por vezes, dispensa a transferência de arquivos aos aparelhos.

Gravador de Voz
Antes, muitos jornalistas levavam consigo gravadores, por serem muito importantes para entrevistas. Algumas pessoas também costumavam comprá-los para gravar recados e não esquecerem tarefas. Ainda há aparelhos como esses – agora, digitais – nas lojas, mas celulares básicos já satisfazem tal necessidade. Os smartphones contam ainda com aplicativos para configurações avançadas.

GPS
Por que comprar um GPS para o seu carro se seu smartphone pode substituí-lo facilmente? Por mais que eles estejam bem mais baratos, não há grandes motivos para adquiri-los. Curiosamente, algumas fabricantes têm facilitado a transição, ao desenvolverem aplicativos com indicações por voz para as principais plataformas móveis.

PDA
Aqui no Brasil a Palm virou sinônimo desse aparelho. Ele se propunha a gerenciar seus contatos, manejar despesas, organizar a agenda. Foram úteis na época em que os monitores de tubo eram populares. Mas, já em 2001, quando alguns celulares começaram a ter recursos parecidos, ficou claro que os PDAs sumiriam. Tanto é que a Palm correu atrás do tempo perdido e lançou seus smartphones – que não foram nada bem.

Relógios de pulso
Se antes esses relógios eram úteis, agora são simplesmente um acessório da moda. Eles começaram a ser substituídos logo que os celulares começaram a se popularizar e, hoje em dia, você não deve conhecer muita gente que ande com um desses – talvez sua avó. Talvez eles ressurjam, diga-se, já que já há notícia de relógios com Android – um modelo da Sony, por exemplo – o que tornaria os smartphones ainda mais portáteis.

Guia de ruas
Quando foi a última vez que você comprou um guia? Você ainda o utiliza? Eles começaram a perder utilidade quando o GPS foi lançado, mas quem acelerou o processo foi o Google Maps – por ser gratuito. Hoje em dia, com smartphones dotados de aplicativos específicos e aparelhos GPS baratos, os guias viraram peça de museu. Você pode até ser uma pessoas precavida, que deixa um desses livrões no carro para quando o celular estiver sem sinal ou acabar a bateria do GPS, mas saiba que você é um dos únicos.

TVs portáteis
As TVs portáteis ainda estão nas lojas, mas à medida que os smartphones começarem a acessar a TV digital, elas também deixarão de existir. Hoje em dia já existem celulares baratos com tal função e a tendências é que mais surjam, devido ao interesse que as operadores têm de oferecer o serviço. As TVs portáteis nem chegaram a ser populares, também só se tornaram possíveis por causa da regulamentação da TV digital no Brasil, mas mal chegaram no mercado e já deverão desaparecer.

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50 coisas que qualquer nerd deve fazer antes de morrer

Todo mundo tem uma lista de tarefas a completar. Não aqueles afazeres de todos os dias, mas aquelas aventuras que sonhamos em fazer um dia, antes de partir. Bem, em geral, esse inventário é composto por viagens, refeições, epifanias, mas e quanto aos nerds? Será que eles não têm alguns objetivos mais, digamos, inusitados?

Que tal em vez de escalar o Monte Everest, bater o recorde mundial no Donkey Kong? Ou dispensar o Machu Picchu, pois o que importa mesmo é construir seus próprio PC? Aqui na PC World – americana – resolvemos montar uma lista nerd, a partir de perguntas feitas aos funcionários.

Dividimos em cinco categorias: computadores, mobilidade, games, hacker e turismo tecnológico. Eis o resultado:

Computadores (David Law, repórter da PC World)

  • Aprender a programar.
  • Testar um sistema operacional open source.
  • Configurar meu sistema em dual-boot.
  • Ensinar uma criança a usar o computador.
  • Ensinar um parente a consertar um computador.
  • Construir um computador a partir de peças de reposição.
  • Começar meu blog Tumblr.
  • Usar três monitores para a mesma máquina.
  • Transformar o PC em um media center.
  • Configurar outro media center para colocá-lo em meu carro.


Mobilidade (Armando Rodriguez, repórter de mobilidade da PC World)

  • Ter o controle total sobre o sistema do celular (root).
  • Testar todas as plataformas móveis.
  • Desenvolver meu próprio aplicativo.
  • Ter uma bateria para smartphone que dure o dia inteiro.
  • Controlar tudo na minha casa com o celular.
  • Completar uma ligação no iPhone sem que elacaia.
  • Zerar o Angry Birds, com três estrelas em todas as fases.
  • Encontrar um bom jogo para meu smartphone que não seja um clone de Angry Birds, Fruit Ninja ou Cut The Rope.
  • Desenvolver um game para iPhone que se torne o mais vendido da App Store.
  • Tornar-me um mestre na arte de digitar em teclado virtual (sem usar o corretor automático).


Games (Nate Ralph, repórter de desktop da PC World)

  • Passar pelo dia nove no Starcraft II
  • Participar de um ataque conjunto no World of Warcraft.
  • Ganhar um jogo na Paciência.
  • Desenvolver uma máquina de realidade virtual para jogos de tiro em primeira pessoa – e jogar todos os games do gênero nela.
  • Zerar algum Metal Slug em menos de três meses.
  • Ganhar no Campo Minado em menos de um minuto.
  • Participar ou organizar uma festa em uma Lan House.
  • Zerar o Doom II.
  • Criar o meu mapa para Starcraft ou algum outro game de tiro em primeira pessoa.
  • Participar de uma campanha no Dungeons & Dragons.


Hacker (Nick Mediati, especialista da PC World em segurança, navegadores e sistemas operacionais)

  • Fazer parte de uma comunidade hacker.
  • Aprender a soldar.
  • Programar em BASIC.
  • Aprender a usar o Arduino.
  • Imprimir alguma coisa em 3D.
  • Construir um robô (não precisa ser sofisticado como este)
  • Construir um robô com peças de lego.
  • Instalar o Android em qualquer dispositivo imaginável.
  • Criar um hack para o Kinect.
  • Criar um computador que possa ser usado como roupa ou um relógio de pulso que vire um computador.


Turismo Tecnológico (Alex Wawro, editor assistente da central de testes da PC World)

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Google decreta o fim de seu serviço de vídeos

Google Video vai funcionar só até 29/4; empresa aconselha usuários a mover seus conteúdos para o YouTube antes que sejam apagados de vez.

Parece que a Google está fazendo uma pequena limpeza doméstica: o mais recente serviço a ser “varrido para debaixo do tapete” é o Google Video.

A gigante de buscas anunciou via e-mail, na última sexta-feira (15/4), que irá desativar seu muitas vezes esquecido serviço de vídeo no próximo dia 29. Os usuários têm até 13/5 para baixarem seus clipes antes que eles sejam removidos permanentemente.

A mensagem vai rapidamente ao ponto e sugere aos usuários aderirem a outro serviço de vídeo da Google: o mais do que conhecido YouTube.

“Nós o encorajamos a mover seu conteúdo para o YouTube, se ainda não fez isso”, disse um representante da empresa no e-mail. “O YouTube oferece muitas opções de hospedagem de vídeos, incluindo a habilidade de compartilhar vídeos de modo privado ou aberto.”

O agora finado Google Video teve uma vida difícil. O serviço estreou no início de 2005 como uma ferramenta de busca de vídeos, mas rapidamente se viu ofuscado pelo então independente YouTube em 2006. Para piorar as coisas, a Google comprou o YouTube por 1,65 bilhão de dólares alguns meses depois.

Ou seja, não dá para dizer que esse fechamento não era esperado, ainda mais depois de a Google ter parado de permitir que os usuários subissem vídeos no serviço em 2009.

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Áudio visual no processo de aprendizagem

Porcentagem de Conhecimento por Canal de Sentido

Aprendemos através de todos os cinco sentidos, porém a informação chega mais via …

 

Resultado de Retenção de Aprendizado

Veja como a lembrança do que foi ensinado com Áudio-Visual é muito maior em comparação com uma palestra de apenas oratória!

Ilustre os princípios Bíblicos com recursos combinados de Áudio-Visual ! 

Importante: entendemos que da mesma forma que se busca de Deus qual a mensagem ou princípio a ministrar, deve-se buscar os recursos criativos. Ou seja oração, jejum, meditação também para o que se usará em Áudio-Visual. Foi assim com os profetas: Deus deu a mensagem e também o recurso.

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As redes sociais estão matando os blogs?

Recentemente, um artigo do New York Times afirmou que os blogs estão perdendo espaço para as redes sociais. É uma meia verdade. Apesar do título pessimista, e até alarmista, a matéria do NYT trata muito mais da mensuração de dados de uma pesquisa do que de um o anúncio formal da morte dos blogs.

De 2006 a 2009, a atividade de blogar caiu pela metade entre os adolescentes de 12 a 17 anos; atualmente, apenas 14% destes adolescentes têm um blog. Entre os jovens de 18 a 33 anos, 2% deixaram de manter um blog em relação aos anos anteriores. Entretanto, apesar do que nos dizem os resultados da pesquisa da Pew Report, houve um aumento de 25% de adultos blogando em relação ao período estudado.

Esta previsão – a morte dos blogs – ronda a web desde o surgimento do Facebook e do Twitter. Da mesma forma que pensaram que a televisão “mataria” o cinema e a internet aniquilaria todas as outras mídias, não acredito nesta verdade apocalíptica.

Vejamos alguns dados que embasam minha opinião:

  • São nos blogs que as melhores discussões acontecem;
  • Os blogueiros usam outras ferramentas de redes sociais para atrair mais leitores para seus blogs;
  • Os blogs são as únicas mídias que ajudam os usuários a serem encontrados, juntamente com seus textos, vários dias depois de publicados;
  • A utilização de blogs está crescendo entre adultos maiores de 34 anos – os internautas de 34 a 45 anos fizeram com que os blogs tivessem um crescimento de 6% em relação a 2008 e 2009. Entre os de 46 a 55 anos, o crescimento foi de 5%, enquanto que entre os “coroas” de mais de 65 anos houve um crescimento de 2%.

Por falar em números, li na coluna da Andréa Dunningham – Mercado Digital – que a ComScore, empresa de pesquisas do universo da web, divulgou um estudo no início de fevereiro revelando crescimento de internautas no Brasil justamente entre os mais velhos (entre 45 e 54 anos). E que a audiência dos blogs, em particular, é 21 pontos maior do que o restante do mundo (71% contra 50% da média dos outros países).

Segundo Elisa Camahort Page, co-fundadora do site BlogHer, “Se você está buscando uma conversa com conteúdo, você procura um blog. Ninguém achará o mesmo no Facebook ou nos 140 caracteres do Twitter “.

Aparentemente, Toni Schneider, da empresa Automattic, concorda com a afirmação de que osblogueirosutilizam as ferramentas das mídias sociais para promoverem seus próprios blogs. Ele disse que esses “escritores” virtuais usam com frequência tanto o Facebook quanto o Twitter para badalarem seus sites e aumentarem sua audiência. Não se trata de competição entre mídias, como se pode pensar, mas de um complemento. “Há muita fragmentação”, afirma Schneider, “mas, neste ponto, qualquer um que leve seu blog a sério está usando vários tipos de mídia para aumentar seu tráfego”.

Em seu artigo no NYT, o articulista Verne Kopytoff cita que os blogs são ótimas ferramentas de marketing. Se você procurar alguma validação sobre este tópico, poderá perceber que o blog proporciona uma exposição que, nem o Facebook, nem o Twitter, oferecem. Eis os motivos:

  • blogs ajudam as pessoas (clientes, fãs, consumidores) que não o conhecem um produto a descobri-lo.
  • blogs reforçam sua marca para os indivíduos que talvez já tenham ouvido falar de você, mas ainda não tenham feito contato.
  • blogs auxiliam a manter sua audiência atualizada para compartilhar informações com outros leitores que, potencialmente, tenham interesse em você ou em sua marca.

Poderíamos até dizer que os blogs estão em declínio entre os jovens – e somente entre os jovens – pois sua queda mais significante se deu entre adolescentes. O que interessa para essa garotada é manter-se em contato com os amigos e familiares – coisa que o Facebook faz com extrema competência.

Devo dizer que, com mais de 34 anos, nada me faz sentir tão obsoleta do que perceber que os hábitos e comportamentos de várias gerações – Geração X, jovens Boomers e Boomers mais velhos – não contam, em relação ao que fazem os teens.

Matt Mullenweg, fundador e desenvolvedor do WordPress, fez várias considerações sobre a reportagem do New York Times: “O título provavelmente foi escrito por um editor, e não pelo autor, porque apesar de o artigo enfatizar os dois adolescentes que preferem o Facebook aos blogs, as estatísticas mostram o crescimento de todos os principais serviços de blog – mesmo o Blogger, cujos número de visitantes globais únicos cresceu 9% ( 323 milhões de pessoas), “o que significa que cresceu cerca de seis Foursquares só no ano passado (no mesmo período, WordPress.com cresceu cerca de 80 milhões de visitantes únicos de acordo com o QuantCast).” Na realidade, o WordPress teve mais de seis milhões de blogs criados somente em 2010 e suas pageviews cresceram em 53%.

Uma boa metáfora afirma que blogs são o jantar, enquanto o Facebook e Twitter são a sobremesa. Todo mundo adora sobremesa, porque é doce e sexy. Isto é particularmente verdade quando se trata de crianças, que irão apressar o jantar ou não comê-lo em absoluto, porque estão muitos animados com a guloseima. De certa forma, seu comportamento sobre a sobremesa explica o seu (não) interesse em blogs. Eles preferem o Twitter ou o Facebook.

Blogs e sites de mídias sociais como o Facebook e o Twitter se complementam. Fim da história. Sem blogs, as pessoas teriam menos conteúdo interessante para compartilhar no Facebook e no Twitter. Sem o Facebook e o Twitter, os blogueiros teriam mais dificuldade em conseguir os leitores.   Por Cláudia Valls no IDG Now

Recentemente, um artigo do New York Times afirmou que os blogs estão perdendo espaço para as redes sociais. É uma meia verdade. Apesar do título pessimista, e até alarmista, a matéria do NYT trata muito mais da mensuração de dados de uma pesquisa do que de um o anúncio formal da morte dos blogs.

De 2006 a 2009, a atividade de blogar caiu pela metade entre os adolescentes de 12 a 17 anos; atualmente, apenas 14% destes adolescentes têm um blog. Entre os jovens de 18 a 33 anos, 2% deixaram de manter um blog em relação aos anos anteriores. Entretanto, apesar do que nos dizem os resultados da pesquisa da Pew Report, houve um aumento de 25% de adultos blogando em relação ao período estudado.

Esta previsão – a morte dos blogs – ronda a web desde o surgimento do Facebook e do Twitter. Da mesma forma que pensaram que a televisão “mataria” o cinema e a internet aniquilaria todas as outras mídias, não acredito nesta verdade apocalíptica.

Vejamos alguns dados que embasam minha opinião:

  • São nos blogs que as melhores discussões acontecem;
  • Os blogueiros usam outras ferramentas de redes sociais para atrair mais leitores para seus blogs;
  • Os blogs são as únicas mídias que ajudam os usuários a serem encontrados, juntamente com seus textos, vários dias depois de publicados;
  • A utilização de blogs está crescendo entre adultos maiores de 34 anos – os internautas de 34 a 45 anos fizeram com que os blogs tivessem um crescimento de 6% em relação a 2008 e 2009. Entre os de 46 a 55 anos, o crescimento foi de 5%, enquanto que entre os “coroas” de mais de 65 anos houve um crescimento de 2%.

Por falar em números, li na coluna da Andréa Dunningham – Mercado Digital – que a ComScore, empresa de pesquisas do universo da web, divulgou um estudo no início de fevereiro revelando crescimento de internautas no Brasil justamente entre os mais velhos (entre 45 e 54 anos). E que a audiência dos blogs, em particular, é 21 pontos maior do que o restante do mundo (71% contra 50% da média dos outros países).

Segundo Elisa Camahort Page, co-fundadora do site BlogHer, “Se você está buscando uma conversa com conteúdo, você procura um blog. Ninguém achará o mesmo no Facebook ou nos 140 caracteres do Twitter “.

Aparentemente, Toni Schneider, da empresa Automattic, concorda com a afirmação de que osblogueirosutilizam as ferramentas das mídias sociais para promoverem seus próprios blogs. Ele disse que esses “escritores” virtuais usam com frequência tanto o Facebook quanto o Twitter para badalarem seus sites e aumentarem sua audiência. Não se trata de competição entre mídias, como se pode pensar, mas de um complemento. “Há muita fragmentação”, afirma Schneider, “mas, neste ponto, qualquer um que leve seu blog a sério está usando vários tipos de mídia para aumentar seu tráfego”.

Em seu artigo no NYT, o articulista Verne Kopytoff cita que os blogs são ótimas ferramentas de marketing. Se você procurar alguma validação sobre este tópico, poderá perceber que o blog proporciona uma exposição que, nem o Facebook, nem o Twitter, oferecem. Eis os motivos:

  • blogs ajudam as pessoas (clientes, fãs, consumidores) que não o conhecem um produto a descobri-lo.
  • blogs reforçam sua marca para os indivíduos que talvez já tenham ouvido falar de você, mas ainda não tenham feito contato.
  • blogs auxiliam a manter sua audiência atualizada para compartilhar informações com outros leitores que, potencialmente, tenham interesse em você ou em sua marca.

Poderíamos até dizer que os blogs estão em declínio entre os jovens – e somente entre os jovens – pois sua queda mais significante se deu entre adolescentes. O que interessa para essa garotada é manter-se em contato com os amigos e familiares – coisa que o Facebook faz com extrema competência.

Devo dizer que, com mais de 34 anos, nada me faz sentir tão obsoleta do que perceber que os hábitos e comportamentos de várias gerações – Geração X, jovens Boomers e Boomers mais velhos – não contam, em relação ao que fazem os teens.

Matt Mullenweg, fundador e desenvolvedor do WordPress, fez várias considerações sobre a reportagem do New York Times: “O título provavelmente foi escrito por um editor, e não pelo autor, porque apesar de o artigo enfatizar os dois adolescentes que preferem o Facebook aos blogs, as estatísticas mostram o crescimento de todos os principais serviços de blog – mesmo o Blogger, cujos número de visitantes globais únicos cresceu 9% ( 323 milhões de pessoas), “o que significa que cresceu cerca de seis Foursquares só no ano passado (no mesmo período, WordPress.com cresceu cerca de 80 milhões de visitantes únicos de acordo com o QuantCast).” Na realidade, o WordPress teve mais de seis milhões de blogs criados somente em 2010 e suas pageviews cresceram em 53%.

Uma boa metáfora afirma que blogs são o jantar, enquanto o Facebook e Twitter são a sobremesa. Todo mundo adora sobremesa, porque é doce e sexy. Isto é particularmente verdade quando se trata de crianças, que irão apressar o jantar ou não comê-lo em absoluto, porque estão muitos animados com a guloseima. De certa forma, seu comportamento sobre a sobremesa explica o seu (não) interesse em blogs. Eles preferem o Twitter ou o Facebook.

Blogs e sites de mídias sociais como o Facebook e o Twitter se complementam. Fim da história. Sem blogs, as pessoas teriam menos conteúdo interessante para compartilhar no Facebook e no Twitter. Sem o Facebook e o Twitter, os blogueiros teriam mais dificuldade em conseguir os leitores.

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